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Mostrando postagens com o rótulo Via Vida

The Voice Mais

Eu com meus 19, 20 aninhos Como conservar nossa saúde durante a pandemia? Antes de tudo, cuidar da saúde mental é essencial. Como? Como no meio de uma pandemia? Estar a par das notícias sobre a Covid é importante, mas nunca se esqueça que você, acima de tudo, é um ser formado por mente e corpo. Se a mente adoece, como você vai cuidar de sua saúde física? O que fazer?   Tenha um hobby, faça coisas que você gosta, veja filmes, séries... Cada um de nós gosta de alguma atividade fora do trabalho diário. Cuidar de plantas, pintar ou desenhar, palavras cruzadas, ler ou escrever, há sempre algo que pode nos fazer esquecer, mesmo por alguns minutos, as agonias dessa já tão prolongada quarentena. No meu caso, um de meus passatempos preferidos é a fotografia. Sempre gostei.  Clicando flores ou paisagens saio do estresse diário.  Descanso com a câmera nas mãos, editando fotos e vídeos, enfim, brincar com imagens me diverte.  The Voice  Hoje, neste exato momento, estou vend...

Na quarentena a vaidade pode esperar

Onze meses. Sim, dia 14 de fevereiro completo onze meses de angústia, de medos, de insegurança. Onze meses escondida de tudo e de todos. Com medo de um serzinho minúsculo e invisível que poderia - e pode, estar colado na roupa, nas mãos ou em qualquer parte do corpo  de amigos, de familiares, de entregadores. Ele pode estar até nos produtos recebidos por delivery de supermercados e de farmácias e rapidamente se fixar em nós. O serzinho do mal pode também vir colado em sapatos de quem diz não ter receio dele e passeia por aí, vai em festinhas e anda nas ruas como se tudo continuasse normal. Pode  passar pelo ar respirado daqueles que não veem ou não querem ver os hospitais e cemitérios cheios. Insensíveis a dor do outro, ajudam na transmissão do vírus em todos os lugares por onde passam. Mesmo sabendo que pessoas de sua própria família podem ser vítimas de sua insensatez. Como disse a uma amiga, eles utilizam a máscara no lugar errado, usam no cérebro. E assim, por culpa de pes...

Reflexão de Quarentena

    Imagem dentro da lupa: Parte da capa de um livro meu sobre a quarentena, a ser lançado no início de dezembro. Oi amigas/amigos Há dois dias enviei o texto abaixo para dois grupos de minha família. Hoje quero que você também leia essa mensagem nascida no coração de quem se isolou nesta triste pandemia. Sinta-se abraçada/o. Confira: Tudo na vida, quando consumido em excesso, faz adoecer. Na política, na religião, enfim em tudo, não é mesmo? E a vida é tão curta, pra quê isso? A pandemia está aí para nos acordar. Ela diz: Olhe pra frente, olhe para os lados, envolva todos em um grande abraço, amanhã você pode não estar mais aqui. É isso, mesmo em casa, na quarentena, não se esqueça de cantar, dançar, pular de alegria, seja pra comemorar o café da manhã ou o sol, a chuva... todas essas coisinhas diárias que muitas vezes até nos esquecemos que existem, mas que sem elas nossa vida seria impossível. Não estou pedindo para esquecer a Covid-19, nem todos que esse vírus...

Voltamos ao Blog Multivias

  Bom dia, gente amiga! Como muitos de nossos amigos blogueiros, fiquei alguns anos fora, 'curtindo' redes sociais. E postando também, afinal não vivemos sem ler e muito menos sem escrever.  Muito água rolou nesse tempo. No campo político houve uma reviravolta terrível, no Brasil e no mundo. A natureza também se revoltou com tantas ameaças ao seu equilíbrio.  Vivemos dias nunca imaginados, mesmo nos piores pesadelos. Isolados em casa, com medo de sair nas ruas, fizemos da quarentena um novo modo de vida. Aliás, de sobrevivência, esperando a pandemia chegar ao fim com a chegada de uma vacina capaz de imunizar as pessoas contra a Covid-19.  Cientistas de todos os países trabalham dia e noite, equipes se revezam, a Ciência está no foco da esperança.  De casa assistimos o mundo despencando. Reuniões? Só se forem on-line. Adeus festinhas de aniversário com abraços de amigos e até mesmo de familiares. Adeus amigos dos finais de semana, adeus bares, praias, almoços com...

Via Vida: Um Leque

Um leque. Uma moça com um leque. Uma moça, tatuada e com um leque. Uma moça, em um ônibus, tatuada e com um leque. Uma moça, em um ônibus, sentada em minha frente, com uma tatuagem e um leque. A moça do ônibus não sabe. Ela não sabe que seu leque passageiro trouxe lembranças de outros leques. Muitos leques. Estilos diferentes de leques. Orientais, nacionais, de tecidos, rendas e até em forma de abano, feito com palha de coco. Foi em setembro, naqueles dias de muito calor. Em setembro, uma moça, no ônibus, um leque balançava. O leque, acenando, ia e vinha. Cenas flutuavam no vai e vem do sopro do leque e lembranças evocavam. O sopro do leque se fez brisa e a brisa me levando me fez voar. Eu voando, no vai e vem do leque, vi. Eu vi! Vi minha mãe sentada com seu leque azul. Com seu leque rosa rendado. Com seu leque lilás. Com seu leque-abano, feito com palha de coco. Com seus muitos leques minha mãe se abanava e o sopro da brisa acariciava sua face suave. A moça d...

Natureza e Sociedade

Há muito nosso planeta pede que o olhemos com mais amor. De costas viradas, fazemos como se os seus problemas não fossem nossos. Sabemos, no entanto, que foram e são causados por nossas ações impensadas. Ações estas que invertem o duo racional/irracional, porque, na atual desordem ambiental, quais os seres que agem por ganância, destruindo a biodiversidade?  A poluição dos oceanos, principal responsável pela saúde de toda a terra, é um exemplo. Encontros de países discutindo esse tema estão nas agendas internacionais; alertas de cientistas e ambientalistas são dados. Os chefes de estado, porém, pouco ou nada fazem. Podemos compreendê-los, não desculpá-los. Reagem de acordo com os interesses de fortes grupos empresariais, o que compromete não apenas o meio ambiente. O leque é bem mais abrangente, desde transportes coletivos, assistência sanitária-médica-educacional e todos os outros compromissos dos governos para com os cidadãos de seus países. Sete bilhões de pessoas que...

Via Vida: Sobre Copa, Eleições e Universo

Provérbio citado hoje nos programas eleitorais gratuitos. Vociferado ontem por políticos, colunistas sociais e por muitos. Ontem, hoje, enquanto houver uns e outros. Céus! Que os grupos se unam. Que ondas de paz passem por todos. Amém. Em tempos de Copa e de eleições, nunca é demais implorar: Que as caravanas se pintem não só de verde e amarelo. Que se mesclem e carreguem consigo as outras cores de nossa bandeira. O futuro do azul do universo depende do tapete verde do solo e do amarelo debaixo deste.  No azul do universo ou no branco da paz encontra-se o futuro de todas as cores e de todas as coisas.  Como já disse nas redes sociais, a Copa não tem culpa. Curta a Copa sem culpa . E vote (con)sciência.   ----------------------------

As mãos que criam o mundo

Mãos que lidam com a terra: A borboleta parece olhar e admirar as mãos do trabalhador   Em nosso país há muitos trabalhadores vindos de várias partes do mundo, principalmente da América do Sul. Ontem, em uma feira de Brasília, encontrei um desses trabalhadores. Ele mostrava uma borboleta que tinha pousado em suas mãos. Uma borboleta que parecia ter saído, naquele momento, de seu casulo.  Como sempre estou pronta para mais um clique, imediatamente fotografei aquela pequena mensageira de beleza e paz. Quando olhei a foto, observei que a pequena borboleta parecia olhar as mãos que, com delicadeza, apoiavam seu corpo ainda frágil. Naquele instante vi que eu não tinha fotografado somente um recém nascido ser alado. As mãos da foto, cheias de calos, mostravam bem mais. Na verdade, eu havia fotografado as mãos de um vencedor. Um homem cujas mãos mostravam ser de uma pessoa que faz com que elas, suas mãos, sejam um orgulho para si mesmo, antes de mais nada. Assim, nasceu a crô...