Pular para o conteúdo principal

Postagens

Flores e borboletas

  Flores Flores sempre deixam o dia feliz Flores vermelhas deixam o dia mais feliz Flores vermelhas e borboletas deixam o dia ainda mais feliz. Um feliz dia! ———- Fotos: Flor bico-de-papagaio. Sexta-feira, indo ao supermercado, vi essa borboleta branca amarelada que não parava quieta, voando de flor em flor. Com paciência consegui fazer alguns cliques. A vida é assim, rápida como um voo, mas também linda como o voo de uma borboleta. (Postagem que fiz para o Instagram em junho de 2018).  ———— Veja neste blog outras postagens sobre borboletas: Multivias: Via Natureza: Plantas e Cia ll (luisanogueiraautora.com.br) https://www.luisanogueiraautora.com.br/2012/06/via-natureza-borboletas-de-meu-jardim.html?m=1 https://www.luisanogueiraautora.com.br/2010/02/via-natureza-32-doce-borboleta.html?m=1 https://www.luisanogueiraautora.com.br/2009/10/via-natureza-borboleta-dourada.html?m=1 https://www.luisanogueiraautora.com.br/2010/02/via-natureza-17-borboleta-verde.html?m=1 https://www.luis...

Chico Mendes

  Chico Mendes Gentileza é para todos os dias. Assim como as flores, assim como o sol, o céu, a água e o ar que se respira. Sempre me lembro daquele senhor do Rio cuja frase percorreu o mundo. Ele repetia em todos os lugares: “Gentileza gera gentileza”. Podemos também dizer: Amor gera amor. E amor vem acompanhado de gentileza. Não existe amor e carinho onde não há gentileza. Chico Mendes amou a Amazônia. O amor de Chico Mendes gerou gentileza para com a floresta e a mata agradece florescendo plantas que curam, salvam e renovam o ar que todos respiram. Os seringais agradecem Chico Mendes. Os seringueiros agradecem Chico Mendes. A Amazônia agradece Chico Mendes. A Natureza agradece Chico Mendes. O Meio Ambiente agradece Chico Mendes. Chico Mendes Vive. Sua importância na preservação do meio ambiente é reconhecida mundo afora. Ele sempre será Chico Mendes. Momentos difíceis  O Brasil vive momentos difíceis, num total desgoverno. O pseudoministro do meio - meio o quê mesmo? - não ...

Como conversar com um fascista

“Como Conversar Com Um Fascista”, livro de Marcia Tiburi Sempre releio esse livro da filósofa Marcia Tiburi quando estou a um passo de desistir das redes sociais. E o indico a todos vocês, amigos na mesma situação. Ele me dá forças pra continuar vendo e ouvindo tantas barbaridades. “Como Conversar Com Um Fascista - Reflexões sobre o cotidiano autoritário brasileiro” é um livro que mostra a realidade que vivenciamos através do contato direto ou virtual com pessoas “de-formadas” pelo massacre das ‘des-informações’ a que são submetidas diariamente. Com uma linguagem simples e muitos exemplos, é indicado a todos - de direita ou de esquerda, que queiram verdadeiramente não caírem no enredo de ódio que nos cerca por todos os lados. Um ódio que cega, massacra e transforma pessoas em seres quase sem alma, afastando-as de amigos e até mesmo de familiares por simples diferenças de pensamento, seja político, religioso ou qualquer um outro. #livros #filosofia #filosofiadevida #filosofiaprática #fi...

O tempo dos ipês

Em plena seca do cerrado, os ipês florescem em Brasília — e com eles, floresce também o olhar de quem aprende a ver o belo. Fotos de 2014, 2017 e deste ano. Veja também no Instagram, através das datas. O tempo dos ipês Durante a seca do cerrado, os ipês em Brasília transformam a paisagem urbana Brasília e seus ipês. Pura poesia. Eles chegam em tempos de seca, quando a cidade parece cansada de céu azul e solo ressecado. O ar fica parado, a umidade quase evapora, mas os ipês florescem — e com eles, algo dentro da gente também se acende. Conheça o ciclo das flores mais simbólicas do cerrado brasileiro O brasiliense, acostumado a ver a vida passar entre quadras e eixos, esquece por instantes o nariz sangrando por causa do frio seco. Olha para cima. Admira os buquês que brotam como festa no alto das árvores. Primeiro o roxo. Depois o rosa. Logo vem o amarelo, sempre esperado. E, por fim, o branco — aquele branco tão branco que parece neve sonhada no cerrado. É curioso como eles não floresc...

O ipê da rodoviária

  No coração da cidade, um ipê amarelo resiste ao tempo e suspende o caos.  Um texto sobre beleza, memória e permanência.  Leia a crônica completa. Entre buzinas e pressa, um ipê amarelo floresce e nos lembra: ainda há beleza.  Série Ipês de Brasília O ipê da rodoviária Ele está lá. Todos os anos. Alto, robusto, amarelo como ouro. Cresceu ali, no coração do vai e vem da cidade, como se fosse uma pausa no meio da pressa. O ipê da Rodoviária do Plano Piloto não é um ipê qualquer. Ele é antigo, talvez o mais antigo entre os ipês que conheço. Enfrentou secas, reformas, buzinas, concreto. Mas segue florindo, como quem sabe o seu papel. De longe, ele chama. É impossível passar pela Esplanada ou pela plataforma superior e não olhar. No auge da floração, ele faz os olhos desviarem das notificações do celular. Faz motoristas abrirem os vidros e passarem mais devagar. A primeira foto que tenho dele é de 2014. Postei com entusiasmo, como quem compartilha um tesouro. Nos a...