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domingo, fevereiro 21, 2021

Volta ao blog com fotografia

Desde o final de 2020, estamos pouco a pouco voltando a este blog. Como muitos blogueiros e blogueiras, com a expansão rápida e abrangente das redes sociais, entre 2010 e 2015, as postagens em blogs ficaram em segundo plano. Para muitos de nós era difícil, ou mesmo quase impossível, manter nossa presença aqui e lá. Principalmente para aqueles que, como nós, mostram matérias autorais, ou seja, originais.  

Hoje, com as facilidades de compartilhamentos entre as diversas plataformas, fica mais viável a continuação de posts em blogs porque, com um simples clique, nossos textos, fotos, vídeos ou gifs espalham-se pela internet. Assim, Facebook, Instagram, Twitter e demais redes são facilmente interligadas aos sites e blogs. 

Hoje trago fotos postadas no Instagram há alguns anos. Fiz essas fotos nos arredores de Brasília. Para que haja uma continuidade, nesse primeiro momento vamos intercalando postagens inéditas com posts deixados por nós nas plataformas sociais. Que nossos amigos blogueiros se animem a fazer o mesmo, para que conteúdos verdadeiros consigam ultrapassar e derrubar as propagadas e tão perigosas fake news. 

Árvore antiga do cerrado

Nota: Inauguramos, com o post “Volta ao blog com fotografia”, uma nova fase do Multivias, com o domínio.com com nosso nome. Queria deixar  apenas “luisanogueira”, mas não estava disponível. Que essa nova fase traga bons ventos aos nossos blogs. Tim-tim, gente amiga?

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Nota: As fotos da árvore são deste blog, de um post de 2012. Confira: https://www.luisanogueiraautora.com.br/2014/01/via-natureza-ceu-paisagens-e-formas-do.html?m=0

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terça-feira, novembro 10, 2020

Blog Multivias, uma estante dentro da Blogosfera

 Sobre o blog Multivias e a Blogosfera


Nosso blog Multivias foi criado em 2008. Surgiu no auge dos blogs. Tempos bons, amigos blogueiros interagindo, compartilhando ideias, dicas, imagens.

O título
Gosto de tudo, das coisas boas, claro ☺️, logo “como vou chamar esse blog?”, “que título?”, pensava. Natureza, Sustentabilidade, Verde, Reciclagem, Vida, Plantas, foram as primeiras palavras que me surgiram. Público-alvo? Pra quê? Quero escrever sobre tudo que gosto sem me impor limites. E assim surgiu o multivias no bloggers. As vias foram aparecendo ao sabor dos ventos, muitas vias. Minha paixão por fotos criou asas. Clicava tudo que via - como sempre fiz, desde minha adolescência, só que, naquele momento, era “para postar no blog”. Sabia somente uma coisa: queria falar sobre natureza, meio ambiente, preservação ambiental, os erres da sustentabilidade, plantas, flores e tudo que envolve a vida na terra. A palavra multivias surgiu ao observar as folhas de uma planta, a sombrinha-chinesa - veja a ‘explicação’ rs no print do texto em anexo. Com a imagem de todas aquelas linhas verdes, do centro para as bordas, uma luz brilhou. Se eu fosse o teórico linguístico alemão Karl Bühler, conhecido por sua contribuição na psicologia da Gestalt, teria dito: “tive um Insight!”. Apesar de palavras estrangeiras estarem na moda, como boa brasileira eu disse: “marnunéisso?”. Tinha achado o título: Multivias.

Print da página Vias do Multivias

Print da página
Folha da planta sombrinha-chinesa


As redes sociais
Foram muitos e muitos anos com câmeras a tiracolo até surgirem esses aparelhinhos espertos chamados smartphones e iPhones. As redes sociais foram uma consequência nos caminhos da abertura da internet. Internet no início sendo vista pela grande mídia como uma ‘ameaça’, hoje uma aliada e a maior rede de comunicação do planeta.

O blog Multivias e a Coleção Letras Falam
Nossos blogs continuam lá, na blogosfera, são como livros em uma grande biblioteca virtual. E em minha estante, a do Multivias, temos fotos e textos diversos. Sobre o meio ambiente, porém bem diversificado. Daí, não foi difícil criar e desenvolver a Coleção Letras Falam. Boa parte dos textos estão sendo extraídos de lá, assim como nosso livro de poesia Acalanto.

Blog voltado ao Meio Ambiente
Orgulhosa por ter sido blogueira? E quem não? Mais orgulho ainda por ter criado um blog voltado ao meio ambiente e à sustentabilidade, quando poucos falavam sobre os problemas gerados pelo consumismo e pela destruição de rios, oceanos e florestas. Orgulhosa mas ao mesmo tempo com um certo sentimento de impotência. Impotência por não termos, nós humanos, conseguido barrar a poluição de mares e o desmatamento de florestas; impotência por não termos conseguido ouvir com mais clareza os gritos de socorro da terra. Ainda dá tempo?
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Nota: Post publicado em meu Instagram em julho deste ano. Link da postagem:


segunda-feira, abril 14, 2014

Via Natureza: Pequenos Amigos da Natureza



Clicamos esses pequeninos há algum tempo. Eles estão em postagens deste blog. O novo agora é a forma de apresentação. Cortei as fotos, dando mais destaque para nossos pequenos amigos. Vejam como ficou:

Besouro colorido

Libélula em um pé de erva-cidreira
 
Mosca-azul

Não sei seu nome, parece um aviãozinho.

Grilo

Popularmente é conhecido como "helicóptero" porque fica parado no ar.




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sábado, janeiro 11, 2014

Via Natureza: Céu, Paisagens e Formas do Cerrado

Fizemos essas fotos em novembro de 2012, postando-as no blog Natureza e Viver Sustentável. Hoje, durante uma caminhada, vi  e colhi muitos pequis, fazendo um delicioso arroz com pequi, um dos pratos típicos goianos. Qual a relação do pequi com esse post? É que na última foto, a da colagem, há a imagem de um bonito cacho de pequis. Vamos conferir o céu, as paisagens e as formas do cerrado?

Céu do Cerrado
O sol do céu do cerrado deixa tudo muito claro e azul. No amanhecer ou no pôr do sol os tons de azul, amarelo e vermelho se mesclam e tudo fica parecendo um quadro de tons encantadores. Talvez por essa claridade os meses secos ficam com pouca umidade, favorecendo as queimadas que acontecem em agosto e setembro. Muitas árvores não resistem e secam, sendo isso bem mais frequente nos últimos anos.

As fotos deste post foram feitas em Brasília e em seus arredores. A do por do sol e a do entardecer da colagem abaixo fiz na BR que liga Goiânia a Brasília.

Amanhecer, por do sol e um entardecer com sol e chuva














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Quer ver mais fotos de pequi? Os frutos com e sem casca? Como fazer pequi em lascas? Receitas com pequi? Confira, neste mesmo blog, através dos marcadores "Pequi" e "É tempo de..."  logo aqui embaixo.  

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quarta-feira, dezembro 11, 2013

Via Natureza e Arte: A Árvore que Chora





Vi a escultura "A Árvore que Chora" no Centro Comercial Gilberto Salomão, em Brasília, entre outras peças de madeira esculpidas por Alí Hurtado, ambientalista e escultor com mostras mundo afora. Impressionante os detalhes. Uma árvore com a cabeça desanimada e infeliz entre galhos quase sem folhas chora, enquanto um homem a mata, serrando-a. "Lágrimas" caem de seus olhos devido a um mecanismo implantado em seu interior. 

A escultura "A Árvore que Chora" é rica também em simbolismos. Representa a ambição humana, representa a destruição das matas e, consequentemente, de nosso planeta. Representa o clamor dos ambientalistas em prol do meio ambiente. Feita com a madeira de uma árvore admirada por Chico Mendes, ela nos lembra a luta em defesa dos seringais, em defesa dos seringueiros e, consequentemente, em defesa da floresta amazônica; luta de um bravo ambientalista assassinado em 1988. A árvore chora por todas essas mazelas humanas e também pela ausência de Chico Mendes, seu grande amigo e defensor. 

Nascido no Peru, porém com mãe brasileira, Ali Hurtado atualmente reside no Acre, em Xapuri, onde recebeu a doação da madeira da árvore que ficava em frente à casa de Chico Mendes. As fotos da colagem foram feitas a partir de fotos do álbum do artista e mostram as etapas da criação dessa escultura e o documento de doação da madeira. As outras fotos fizemos durante uma exposição de suas obras.


A árvore caída em frente à casa de Chico Mendes e as etapas da criação da escultura "A Árvore que chora". 

O escultor Alí Hurtado posa gentilmente ao lado de sua obra.

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segunda-feira, outubro 22, 2012

Via Natureza: Sete Belezas da Flora Brasileira Encontradas no Cerrado

Paineira-vermelha - Flores que parecem feitas de feltro coberto com seda
Paineira-vermelha, paineira-vermelha-da-índia (Bombax ceiba L). Família das malváceas. Em época de floração cobre-se toda de vermelho. Fiz essas fotos anteontem, sábado dia 19, no Jardim Botânico de Brasília. Havia poucas flores em

segunda-feira, junho 25, 2012

Via Vida: Planeta Terra

Uma Nascente

Você sabia que o Planeta Terra...

  1. Tem mais ou menos 4,5 bilhões de anos?
  2. Há várias teorias para seu surgimento?
  3. Está a cerca de 150 milhões de quilômetros do Sol?
  4. Sua superfície é de 510,3 milhões de km²?
  5. Tem na composição de seu núcleo - a parte mais 'funda', interna - ferro e níquel, formando o núcleo sólido?
  6. A composição do núcleo líquido é a mesma do núcleo sólido, mas em estado líquido?
  7. É composto por 97% de água?
  8. Em seu subsolo há a metade do total de sua água doce?
  9. E que sua água doce é muitas vezes menor que a água salgada?

E também que...

terça-feira, fevereiro 14, 2012

Via Artesanato: Customizando uma Regata com Crochê




Em tempos de aquecimento global, a redução de compras e mais compras é fundamental para a diminuição dos lixões - causadores de gases prejudiciais ao meio ambiente. Há pessoas que se acostumaram a 'passear' em shoppings, saindo sempre com sacolas cheias de roupas, muitas delas sem a menor necessidade. Vamos repensar nossos hábitos de consumo?

Quer uma roupa nova? Que tal uma nova roupa, com criatividade, além de uma boa economia? Sabe aquela blusa, calça ou vestido que você não usa há tempos? Ou aquela regata que você ama mas manchou? Foi o que me aconteceu. Uma de minhas regatas favoritas - e beeeeemmm velha, pra dizer a verdade, manchou (acho que com água sanitária). Como esconder a mancha? Pensei em colocar algo por cima, como por exemplo, um tecido combinando com sua cor preta. Mas, fui além, utilizando crochê. Veja o resultado e as etapas através das fotos da colagem.

As fotos 1 e 2 mostram a frente da regata pronta e a aplicação de uma tira em volta do decote, formando uma gravatinha. Na foto 3 vemos as costas, onde foi aplicada uma 'rede' de crochê, escondendo a mancha. Ela foi feita em ponto corrente - aquele ponto básico e mais fácil do crochê. A imagem 4 mostra a regata antes de ser customizada, com a mancha aparecendo do lado direito, perto da barra. Recuperei minha regata, ganhando uma nova, criada por mim mesma e sem gastar. Agora é a sua vez.

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Post por mim publicado em janeiro passado no anexo deste blog (Natureza e Viver Sustentável -Galeria do Multivias 2).

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quarta-feira, janeiro 25, 2012

Via Natureza: Uma Hora no Jardim Botânico

Árvores e plantas diversas, borboletas, pássaros, outros pequenos animais e muito oxigênio. Em apenas uma hora de passeio em algum lugar arborizado nossos pulmões agradecem. Imagine-se então em uma reserva ecológica. Não, não só sonhe. Vá mesmo a algum parque.

Domingo passado, já no finalzinho da tarde, reunimos a família e fomos fazer caminhada no Jardim Botânico de Brasília. Chegamos mais ou menos às 15:45 h. O JBB fecha às 17 h; portanto, ficamos caminhando - em rítmo de passeio - apenas um pouco mais de uma hora. O suficiente para voltarmos totalmente revigorados.

Separei algumas fotos para nosso álbum de família e outras para tentar motivá-lo a também ir se revigorar. Veja, nas imagens abaixo, flores e árvores do Cerrado - o JBB é a maior reserva mundial em espécies do Cerrado, além de uma sequência de fotos mostrando o pulo de um macaquinho, entre outras amostras de nosso passeio.


Flores do Cerrado





Macaquinhos



O pulo do macaquinho 

Árvores do Cerrado






Anfiteatro ao ar livre





Com as chuvas de janeiro, a grama e o capim crescem mais rápido. 

Gostou? Pois saiba que é somente um pouquinho desse santuário onde ainda podemos ver paisagens naturais e ouvir o canto de pássaros. Então, motivado a passear em algum recanto verde? Vale qualquer lugar onde você possa ter um contato maior com a vida natural. Bom passeio.

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quinta-feira, outubro 06, 2011

Via Natureza: O Último Pé de Pequi

Foi em 1996 que conheci um condomínio nos arredores de Brasília, ou seja, há exatos quinze anos. Poucos lotes tinham alguma construção, apesar de já ter sido realizado tudo que havia sido planejado: ruas e avenidas largas com uma boa infra-estrutura, áreas verdes de acordo com as leis de proteção ambiental e proteção das nascentes ali existentes. Pensei: - "Um pedacinho do paraíso, ainda com seu bioma quase totalmente preservado". Nos lotes, mesmo demarcados, não havia cercas e a flora de um cerrado ainda virgem era abundante. Nos poucos lotes habitados, seus moradores conservavam algumas dessas plantas e plantavam outras, geralmente frutíferas. Talvez por terem sido os primeiros e, com certeza, serem pessoas que amavam e valorizavam o verde. Em relação às plantas, havia um pouco de tudo: ipês - amarelo, branco, roxo e rosa, caju do cerrado, barbatimão, lobeira, macaúba, quaresmeira e pequi, só citando algumas.  Era realmente um pedacinho do paraíso.

Pouco a pouco (Pouco a pouco?) as plantas foram desaparecendo, dando lugar a casas e mais casas. E, pior, com moradores bem diferentes dos primeiros: Constroem casas enormes, não respeitam as árvores nativas, arrancando-as e, quando deixam algum pequeno espaço - os lotes são de 800 a 1000 m² - plantam plantas 'da moda'. Planejados ou não por paisagistas, esses jardins são de arrepiar os cabelos, com plantas totalmente fora do contexto climático ou fora de seu habitat. Para eles, plantas nativas são consideradas 'mato' e como tal devem ser 'arrancadas'.

Dias atrás, dando uma volta pelo local e querendo fazer algumas fotos de pés de pequi, vi que não havia mais pequizeiros, até mesmo nos lugares onde antes podíamos ver dois ou três pés juntos. Andei por todo o condomínio e finalmente encontrei um pequizeiro espremido entre uma cerca e uma rua. Era o último pé-de-pequi daquele local.

Você se lembra como era seu bairro, sua comunidade rural ou urbana há mais ou menos dez ou quinze anos? Que árvores - ou plantas de um modo geral, desapareceram? O que está sendo feito para a não destruição das que restam?

Agora, 'as perguntas que não querem calar' que, aliás, estão sempre passeando por este blog : O que o Ministério do Meio Ambiente faz para orientar a população sobre a importância da flora nativa? Como conciliar habitação e preservação do meio ambiente? Como não destruir plantas nativas nos locais onde construimos? Onde estão as mudas para replante e como os órgãos competentes fazem para divulgá-las? Como não deixar mais plantas na lista de extinção? Onde estão as pesquisas que poderão nos orientar?

Precisamos com urgência de orientações e respostas.


O último pequizeiro - Foto feita em abril deste ano.

O mesmo pé de pequi em foto desta semana.

Parece que o bom pequizeiro está em perigo; vejam a terra revolvida para alguma  'obra'.

As últimas flores deste ano e pequenos frutos.

Galhos com folhas e frutos.

Flores caídas do pequizeiro.

Neste mês, na maioria dos pés de pequi, as flores já estão dando lugar aos pequenos frutos.  

O vídeo  abaixo é de uma música que homenageia os pés de pequi e demais árvores do cerrado. Foi feita pelo Professor Vivaldo e seus alunos de Taxonomia Vegetal, no Parque Estadual do Rio Preto. Nossa reverência a esse grupo. Muitos e muitos aplausus a todos eles, professor e alunos. Como diria Vinícius de Moraes, "Saravá", turminha do bem.

http://www.youtube.com/watch?v=P5APFx1Gr_E&feature=colike

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Segunda-feira, continuação da Série Orquídeas, com a delicada Laeliacattleya.

Quarta-feira, dia 12, comemorando o Dia das Crianças com cachorrinhos muito fofos.

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