Colagem feita por Luísa Nogueira através do aplicativo Canva A “Canção da América, de Milton Nascimento e o poema “Infinito”, de Luísa Nogueira, em uma reflexão sobre liberdade e conexões humanas. A crônica explora a finitude e a busca por relações significativas na existência. Infinito Enquanto relia o texto “Infinito”, escrito há alguns anos, a notificação do WhatsApp interrompeu meu momento de introspecção. Era uma mensagem de uma amiga querida, acompanhada de um vídeo sobre a “Canção da América”, de Milton Nascimento. Associava o trecho “Amigo é coisa pra se guardar / debaixo de sete chaves / dentro do coração” à amizade verdadeira, aquela onde amigos permanecem conosco, mesmo quando a vida muda e a distância física aumenta. Essas palavras pareceram ressoar profundamente, ligando-se à reflexão que eu tinha sobre o infinito e as conexões humanas. “Mergulhei no infinito”, pensei. E, naquele instante, percebi que o infinito não era apenas uma ideia abstrata, mas uma ...
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