Mostrando postagens com marcador Pandemia. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Pandemia. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, setembro 22, 2021

Primavera da pandemia

Quem acompanha este blog sabe que flores são sempre presentes em  nossas postagens, principalmente durante a primavera*. Este ano está sendo diferente. 

As flores ao meu redor chegaram bem tímidas. A seca extrema de Brasília, com a umidade atingindo 11 %, junto com a escassez de água, deixaram meu jardim triste como a pandemia que nos assola desde 2020. 

Nunca usei água a torto e a direito, como se fossem bens inesgotáveis, mas minhas plantas recebiam água em quantidade suficiente. Eu poderia ter continuado no mesmo ritmo, já que não havia desperdício. O que me fez mudar, molhando só os vasos e a horta, foi o aviso dado pela Mãe Terra através do vírus da Covid-19. Se nos anos anteriores, nos meses secos de junho a setembro, eu aguava as plantas uma ou duas vezes por semana, este ano minhas joinhas ficaram quase ao Deus dará. Eu quis economizar ainda mais água, molhando somente o necessário para que elas não morressem. 

Mostro nas fotos o resultado da falta d’água. Como vocês podem ver, a grama secou, as palmeiras idem e a trepadeira sapatinho-de-judia quase morreu. Outras morreram ou estão quase mortas.  

Uma lição da natureza que eu já sabia mas nem sempre colocava em prática: plantas nativas resistem ao calor, ao frio, às chuvas ou à seca, em seu habitat. Quando fora de seus lugares de origem não resistem, precisam de muitos cuidados. Já plantei hortênsias e outras plantas sensíveis à seca. Apesar do trabalho extra, elas não resistiram muito tempo. 

Jabuticabas gostam de água, por isto nascem e se multiplicam em brejos. Para se ter pés de jabuticaba em nossos quintais, é preciso aguar com frequência ou usar o truque do filtro de barro enterrado ao seu lado, mantendo-o cheio e pingando gota a gota, dia e noite. Assim a terra não seca e as jabuticabeiras retribuem com os galhos cheios de suas frutinhas com aquele sabor que só as jabuticabas têm. Mas este ano elas sentiram o tamanho da seca e a tristeza do mundo. Em um dos pés nasceu uma - UMA - jabuticaba. No outro pé apareceram algumas em alguns galhos.  

Os passarinhos também sentiram o mundo desabando. Muitos morreram. Esse das fotos, um filhote, encontrei caído embaixo de uma árvore, já quase morto. Apesar dos cuidados que ele recebeu, não resistiu. 

Energias naturais como a solar e a eólica são bem vindas, assim como pensar em modos sustentáveis para todos, no âmbito social, econômico e ambiental. 

A pandemia está aí para nos alertar sobre os  danos que causamos à Terra. O planeta pede socorro e quer expulsar o inimigo que tanto mal lhe faz. Envia vírus, alerta através das mudanças climáticas extremas, mostra que a água pode ficar cada dia mais rara. Avisa que precisamos com urgência mudar nosso modo de vida, não explorando solo e subsolo. É um desafio. Ou mudamos radicalmente ou seremos expulsos. Como diz o teólogo e humanista Leonardo Boff, a Terra não precisa de nós. Nós é que precisamos dela. (“Assim como cuidamos de nós mesmos devemos cuidar da Terra. Ela não precisa de nós, mas nós precisamos dela”. BOFF, Leonardo. Covid-19 A Mãe Terra contra-ataca a Humanidade - Advertências da pandemia. Petrópolis, Vozes, 2021, p. 34 e após inúmeros dados científicos comprovados: “Ou nós mudamos nossa relação para com a Terra e a natureza, num sentido de sinergia, de cuidado e de respeito, ou a Terra poderá não nos querer mais sobre sua superfície.”. - p. 144).

Sapatinho-de-judia** secando 

Grama e plantas secas

As jabuticabas*** deste ano

                 Filhote de pássaro. Ele também não resistiu.

———

Pra não dizer que não falei de poesia, confira, neste blog, o poema Primavera:

https://www.luisanogueiraautora.com.br/2021/04/primavera.html?m=0

———

*Postagens de flores de outras primaveras:

1-Margarida-das-pedras

https://www.luisanogueiraautora.com.br/2010/09/via-verde-margarida-das-pedras.html?m=0

2- Flor-canhota

https://www.luisanogueiraautora.com.br/2010/09/via-verde-90-flor-canhota.html?m=0

3- Orquídeas - Um festival de cores

https://www.luisanogueiraautora.com.br/2009/09/via-verde-61-orquideas-um-festival-de.html?m=0

Veja mais flores neste blog através das hashtags “flores”, “Flores do Brasil” ou “Via Verde”.

**Veja fotos da flor sapatinho-de-judia em:

https://www.luisanogueiraautora.com.br/2009/05/viaverde-45-sapatinho-de-judia.html?m=1


***Sobre jabuticabas, veja mais postagens neste blog:

1-Olhos de jabuticaba:

https://www.luisanogueiraautora.com.br/2021/09/olhos-de-jabuticaba.html

2- Jabuticaba não pesa na balança:

https://www.luisanogueiraautora.com.br/2012/10/jabuticaba-nao-pesa-na-balanca.html

3-- É tempo de jabuticaba:

https://www.luisanogueiraautora.com.br/2010/09/via-verde-90-e-tempo-de-jabuticaba.html?m=1

4-- Mousse de jabuticaba:

https://www.luisanogueiraautora.com.br/2010/09/via-viajando-nos-sabores-7-mousse-de.html?m=1

———-



sexta-feira, março 12, 2021

Semana da Mulher com Leitura e Solidariedade

Descontos de lançamento 

Dois fatores foram essenciais para o lançamento do livro Balbúrdias na Quarentena vir com um cupom de desconto que poderá ser utilizado para você doar para quem está em situação de vulnerabilidade social:

1- O número de contaminados e de mortos pelo coronavírus aumentou muito. Estamos vivendo dias nunca imaginamos por nenhum de nós. 


2- O desconto especial que seria dado para as primeiras 10 pessoas que fossem ler o livro, diante da atual situação não faria sentido. Por quê então não ampliarmos os dias de desconto e ao mesmo tempo deixar o leitor decidir por uma doação? Explico: ao pedir o livro, você poderá ou não usar o cupom de desconto. Com o cupom, o desconto será seu. Sem o cupom, o mesmo desconto ficará retido para uma das três ONGs cadastradas. São entidades idôneas que auxiliam famílias e pessoas de um modo geral em suas necessidades básicas. Se antes, ações solidárias já eram necessárias, imagina agora, durante essa pandemia devastadora. 


Doações 


A pandemia no Brasil chegou a um ritmo assustador. O número de mortos POR DIA ultrapassa os dias mais sombrios da primeira onda do coronavírus.  A única saída, nas grandes cidades, é o fechamento de tudo, o chamado lockdown. E com isso mais pessoas irão se transformar em pedintes. Muitas famílias, milhares de famílias irão para as ruas pedir por um prato de comida, pedir pelo amor de Deus um pedaço de pão para seus filhos. 


Balbúrdias na Quarentena não vai ser apenas mais um livro, porém um instrumento de ensino, aprendizado e muito amor aos brasileiros em situações difíceis de vida, devido ao desemprego e a essa doença altamente contagiosa camada Covid-19. 


Pessoas de grupos de apoio e de solidariedade indicaram várias ONGs - graças a Deus há pessoas do bem que ajudam com trabalho voluntário quem passa por problemas diversos, incluindo aí os moradores de rua. Pelo número de indicações, foram selecionados três lugares onde o apoio é permanente, com gente do bem levando comida, cuidados e carinho para aqueles que precisam. 


As ONGs 


Para uma maior transparência no repasse das doações, elas serão enviadas diretamente da distribuidora do livro para as entidades cadastrados. São elas:


1- Cozinheiros do BEM

Instagram:

@cozinheiros_do_bem

Porto Alegre e Florianópolis


2- ONG Misturaí POA 

Instagram: @misturaipoa


3- Paróquia São Miguel Arcanjo 

Instagram: 

@padrejulio.lancellotti 


—————


Livro: Balbúrdias na Quarentena 

Autora: Luísa Nogueira 

Editora: Uiclap 


Descontos:


De 49,27 por 39,00


Mais um cupom de desconto

no valor de 3,90, ficando o valor

final de lançamento por apenas 


35,10


Cupom válido de 13/03 a 12/04/2021


Ao adquirir o livro sem o cupom de desconto você estará automaticamente doando o valor do cupom a uma das ONGs cadastradas. 


Faça também sua balbúrdia, deixando seu cupom para doação. 


Leitor, autora e editora juntos, em um apoio de amor, de solidariedade e de fraternidade aos mais necessitados.


E assim, de mãos dadas, amenizamos um pouco o sofrimento causado pela triste pandemia do coronavírus, graças a voluntários que se organizam em ações fraternas e solidárias.


Para adquirir o livro, clique aqui:




Parte da contracapa


quarta-feira, março 10, 2021

Amanhã é um novo dia

 



E do nada, quando menos se espera, surge uma flor para nos iluminar e dizer que amanhã é um novo dia.

Foto: Pequena flor azul de uma gramínea. Veja mais sobre essa flor nos marcadores abaixo "Gramínea",  "Pequena Flor Azul" e "Trapoeiraba".

#VacinaJá

#VacinaSim


segunda-feira, março 01, 2021

Máscaras salvam



Vou continuar de quarentena e de máscara. A pandemia do coronavírus não acabou e as máscaras salvam. 

Por quê tanta gente sem máscara? Em filas, sem distanciamento, juntos como se estivessem em uma festa, com abraços e beijos. E ainda com críticas a quem respeita as medidas de proteção? 

Não falo somente das pessoas nas ruas, o noticiário mostra em todos os lugares a desobediência às orientações de segurança. A desculpa “eu não sabia que estava com covid” virou bordão daqueles que  não pensam no bem estar do outro, seja amigo ou familiar, quanto mais pelos desconhecidos que por eles passam. 

Uso máscara porque te respeito. Fico distante porque te respeito. Quando uso máscara estou pensando não apenas em mim. Penso em quem poderia se contaminar se hoje eu tivesse tido contato com alguém com o vírus.

Faço minha parte, sigo as recomendações dos profissionais de saúde. Eles sabem como é difícil e angustiante ver todos os dias pacientes com dificuldade respiratória. Eles veem a dor dos familiares por não poderem visitar pai, mãe ou irmãos. Eles sabem do que falam quando pedem para que seja evitado o contato físico nas ruas, para se evitar ir às casas de amigos ou mesmo de parentes. Ou para se recusar reuniões e festas. 

Máscaras salvam. Vamos continuar com elas até que todos estejam vacinados?

A máscara protege o outro e protege quem a usa. Usamos hoje para que amanhã estejamos vivos e felizes ao lado de quem amamos.

domingo, janeiro 31, 2021

Na quarentena a vaidade pode esperar


Onze meses. Sim, dia 14 de fevereiro completo onze meses de angústia, de medos, de insegurança. Onze meses escondida de tudo e de todos. Com medo de um serzinho minúsculo e invisível que poderia - e pode, estar colado na roupa, nas mãos ou em qualquer parte do corpo  de amigos, de familiares, de entregadores. Ele pode estar até nos produtos recebidos por delivery de supermercados e de farmácias e rapidamente se fixar em nós. O serzinho do mal pode também vir colado em sapatos de quem diz não ter receio dele e passeia por aí, vai em festinhas e anda nas ruas como se tudo continuasse normal. Pode  passar pelo ar respirado daqueles que não veem ou não querem ver os hospitais e cemitérios cheios. Insensíveis a dor do outro, ajudam na transmissão do vírus em todos os lugares por onde passam. Mesmo sabendo que pessoas de sua própria família podem ser vítimas de sua insensatez. Como disse a uma amiga, eles utilizam a máscara no lugar errado, usam no cérebro. E assim, por culpa de pessoas sem noção de solidariedade e empatia ao próximo, a quarentena dos brasileiros chegou a onze meses. Brasileiros, como eu, conscientes de que somente seguindo as recomendações dos profissionais de saúde poderemos vencer o ser invisível que quer nos coroar com seu “corona”. Coroar e nos fazer também invisíveis... em um outro plano. Um outro plano que não temos a menor vontade de conhecer. Pelo menos por enquanto.  I

Com criatividade, tento ser feliz dentro de casa, entre brigas e beijos. Mas, consciente e  liberada de vaidades, sigo com a cara fora da rua, até ser vacinada. E você, como faz para sair somente para o indispensável, sem correr riscos? 

Fotos: A primeira, em uma das raras vezes fazendo caminhada, em uma rua próxima. A segunda, a última vez em que fui a um salão de beleza, não sei se em maio ou em junho. A vaidade pode esperar. 




 

quinta-feira, dezembro 10, 2020

Entre plantas e livros


Entre plantas e livros


Como está sua vida na quarentena? A pandemia mudou somente um pouco sua rotina ou abalou totalmente seu modo de ver e de viver a vida?
Sim, vivemos uma situação nova, nunca imaginada. É a vida adaptada a um só lugar: nossa casa. Quando saímos - se saímos, utilizamos máscara, levamos conosco álcool em gel e muita preocupação. Entrar em supermercados? Alguns arriscam sem muito medo, outros entram sem tocar em nada e com luvas de plástico. E você, como faz? Compra pra entrega?
Aqui em casa, fazemos as compras de supermercado e farmácia pelo WhatsApp. O on-line virou moda. E, pra não morrer de tristeza diante de tantas mortes e de tédio por não poder ir naqueles nossos lugares favoritos, inventamos, criamos, trabalhamos em casa.
Minha rotina mudou bastante. Saía muito pra restaurantes, feiras, parques, lugares ao ar livre e também, shoppings, apesar deste último não ser meu lugar preferido. Mas nem todos pensam assim, tínhamos que acompanhar a família...
Hoje nos dividimos entre ajudar em casa - não temos mais ninguém pra ajudar nas tarefas domésticas e trabalhar pela internet. Minhas caminhadas - e nossas, da família - saíram das ruas e parques e passaram para o quadradinho do quintal. Em casa fazemos de tudo para passar o tempo, desde artesanato com retalhos de tecidos, desenhos, colagem e dobraduras de papel. E livros, muitos livros. Mas, temos também plantas. Se não fossem elas, diria que ficamos congelados no tempo dentro de uma nave espacial. Feliz daquele que tem plantas, mesmo dentro de um apartamento. Elas nos salvam. No fim de semana passado, por exemplo, eu e minha filha colhemos jurubebas. Muitas jurubebas. Veja o resultado dessa colheita nas fotos que fiz. Tem até uma receita bem fácil e rapidinha de conserva de jurubeba.
E assim seguimos aguardando as surpresas que a vida ainda nos reserva.
E você? Como está sendo sua nova rotina? Você faz algum trabalho manual? Escreve? Cuida de plantas como eu?


Jurubebas colhidas em meu quintal

Folhas e frutos da jurubeba

Debulhando os cachos de jurubeba

Folhas e frutos


Fervendo as jurubebas

A conserva já pronta - Reaproveitei potes de geleia

A Conserva

Depois de debulhar e lavar as jurubebas, deixe de um a dois minutos em água fervente e jogue fora a água. Repita a fervura duas ou três vezes. O processo de deixar em água fervente é para amenizar o gosto amargo que as jurubebas têm. Depois de escorrer pela última vez, encha potinhos de vidro já esterilizados. Acrescente em cada pote uma colher de sal (colher de chá cheia), três dentes de alho (inteiros ou não), vinagre de sua preferência (nesta eu usei vinagre de maçã) e cubra com uma camada de óleo ou azeite. Depois de bem frio, guarde na geladeira e deixe alguns dias antes de usar. É para curtir e ficar com aquele sabor delicioso. 

Dedico essas conservas a duas pessoas queridas que amam muito jurubeba, minha mana Ana Rosa e minha sobrinha Marise. Quando a pandemia acabar, faço mais e levo pra vocês, se Deus quiser. 

Nota: Reutilizei potes de geleia. Geralmente faço nossas geleias, mas para variar com frutas nem sempre disponíveis, compramos algumas. Essas dos potes eram de framboesa e de amora.

------------

Clique na palavra jurubeba aqui embaixo e leia mais sobre essa plantinha usada em pratos típicos de Goiás e Minas. 

------------  

domingo, novembro 22, 2020

Reflexão de Quarentena

  

Imagem dentro da lupa: Parte da capa de um livro meu sobre a quarentena, a ser lançado no início de dezembro.

Oi amigas/amigos

Há dois dias enviei o texto abaixo para dois grupos de minha família. Hoje quero que você também leia essa mensagem nascida no coração de quem se isolou nesta triste pandemia. Sinta-se abraçada/o. Confira:

Tudo na vida, quando consumido em excesso, faz adoecer. Na política, na religião, enfim em tudo, não
é mesmo? E a vida é tão curta, pra quê isso? A pandemia está aí para nos acordar. Ela diz: Olhe pra frente, olhe para os lados, envolva todos em um grande abraço, amanhã você pode não estar mais aqui.
É isso, mesmo em casa, na quarentena, não se esqueça de cantar, dançar, pular de alegria, seja pra comemorar o café da manhã ou o sol, a chuva... todas essas coisinhas diárias que muitas vezes até nos esquecemos que existem, mas que sem elas nossa vida seria impossível.
Não estou pedindo para esquecer a Covid-19, nem todos que esse vírus já atingiu, não, não. Quero apenas que, ao menos por alguns minutos você se despreocupe, olhe a vida lá fora, nas árvores, nas flores, na alegria das crianças e traga para dentro de você... E também que nunca se esqueça, se você está vivo, primeiro dê graças a Deus, depois se alegre, pense “eu sou uma pessoa privilegiada porque estou aqui, com vida”. E... comemore!!!
Então, vamos comemorar a vida? Estou convidando você que está só ou não, triste por algo, sem compreender essa pandemia doida que nos pegou e surpreendeu o mundo pela sua capacidade de destruição, a olhar pra fora e ao mesmo tempo pra dentro de você. Bem lá no coração. Viva e brinque com a família, com os amigos. Pense em algo que traga sorrisos, alegria e envolva todos.
Vamos lá?

#campanha_livro_nacional

quarta-feira, novembro 04, 2020

Voltamos ao Blog Multivias

 


Bom dia, gente amiga!

Como muitos de nossos amigos blogueiros, fiquei alguns anos fora, 'curtindo' redes sociais. E postando também, afinal não vivemos sem ler e muito menos sem escrever. 

Muito água rolou nesse tempo. No campo político houve uma reviravolta terrível, no Brasil e no mundo. A natureza também se revoltou com tantas ameaças ao seu equilíbrio. 

Vivemos dias nunca imaginados, mesmo nos piores pesadelos. Isolados em casa, com medo de sair nas ruas, fizemos da quarentena um novo modo de vida. Aliás, de sobrevivência, esperando a pandemia chegar ao fim com a chegada de uma vacina capaz de imunizar as pessoas contra a Covid-19. 

Cientistas de todos os países trabalham dia e noite, equipes se revezam, a Ciência está no foco da esperança. 

De casa assistimos o mundo despencando. Reuniões? Só se forem on-line. Adeus festinhas de aniversário com abraços de amigos e até mesmo de familiares. Adeus amigos dos finais de semana, adeus bares, praias, almoços com convidados. 

Adeus à vida? Não, ainda há esperança. E agora, mais do que nunca, esperança de um mundo melhor para todos. Somente assim a Terra sobreviverá. Há pesquisas em todas os campos, na tentativa de se encontrar soluções sustentáveis na alimentação, na moradia, na economia, no meio ambiente e na área social. Nesta última encontra-se o maior desafio, o mundo cresceu desordenadamente, explorar recursos naturais e seres humanos foi algo normal. 

Engenheiros, arquitetos e designers de interiores buscam interagir elementos da natureza em construções pensadas de acordo com o clima da região, com a localização do sol, com o aproveitamento da luz natural, com a aerodinâmica da própria natureza. Buscam soluções com menos consumo de produtos industrializados, e soluções com menos desperdício e menos lixo.

Com todo esse panorama, é a vez de todos nós, blogueiros, escritores, comunicadores, influenciadores, nos darmos as mãos, levando informações, adquirindo e compartilhando conhecimentos. 

O mundo pós pandemia vai precisar de nosso apoio. Vamos lá, blogueiros? 

------------

Solidariedade

Se solidariedade é amizade / Uma sociedade solidária / É uma sociedade amiga (Luísa Nogueira)

-------------

Nota: Agradeço a todos que passaram e passam por este blog, mesmo sem atualizações durante tanto tempo. Quase um milhão de visualizações. Não é pouco, minha gente. Muito, muito obrigada! 💓💋💓