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quarta-feira, agosto 19, 2009

Via Natureza - Série Cerrado - VIII: Pássaro Azulado

Pássaro Azulado

















Estamos chamando de 'pássaro azulado' por não saber seu nome. Só sabemos que é pequeno, muito ágil, lindo e que vive no Cerrado. E em sua região, ele também voa e canta por aí? Você o conhece? Qual seu nome?
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quinta-feira, agosto 13, 2009

Via Natureza - Série Cerrado - VII: Pata-de-vaca ou Árvore-orquídea

Pata-de-vaca ou Árvore-orquídea: Folhas e Flores
























Pata-de-vaca, unha-de-vaca, bauínia, árvore-orquídea (Bauhinia variegata 'Candida'). Há também com flores rosas. As de flores brancas, como estas das imagens, são chamadas de árvore-orquídea. Família das leguminosas. Árvore que pode atingir até 8 metros. Muito encontrada em paisagismo urbano. É vista do Piauí ao Rio Grande do Sul, nas matas do cerrado e do complexo atlântico. No inverno e na primavera se cobre de flores brancas. Seu nome, pata-de-vaca, é devido à forma de suas folhas, como podemos ver através das fotos que fizemos especialmente para este post.
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quinta-feira, agosto 06, 2009

Via Natureza: Série Cerrado - VI: Árvores Tortuosas do Cerrado




Vejam a beleza dessas árvores. São árvores resistentes, já passaram por inúmeras queimadas, muitas carregam ainda esse horror em seus troncos. Mas, renascem das cinzas e brotam. Ou, quando o fogo não consegue matá-las por inteiro, seguem em frente, tentando se recompor, brotando novos galhos, novas flores e sempre novas sementes. É a esperança, em cada ano, de não desaparecerem, de darem continuidade à sua espécie. Até quando resistirão?


















Árvores tortuosas, flores e frutos exóticos, assim é a beleza do Cerrado. O Cerrado é um dos biomas mais secos do Brasil. A estação seca pode durar até 5 meses. Neste período o índice de umidade relativa do ar chega, muitas vezes, no meio da tarde, a índices inferiores a 15%. Por isto tantas queimadas acontecem entre maio e setembro, período de estiagem. Um toco de cigarro ou algumas brasas que ficaram de um pique-nique pode ser o começo de um fogaréu. Há também os casos em que o fogo é provocado por alguém sem a mínima noção do grande e sério problema que a terra está enfrentando para se recompor.

Não está passando da hora de campanhas educativas mais sérias de conscientização sobre preservação ambiental? É conscientizando que podemos transformar mentes e, assim, recuperar ambientes degradados.
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sexta-feira, julho 31, 2009

quarta-feira, julho 29, 2009

Via Natureza: Série Cerrado - IV: Pedras

Pedras do Cerrado




Pedras no Cerrado... Não só de pão vive o homem, não só de plantas vive o cerrado. Há também pedras, muitas pedras. Aparentes ou escondidas, bem fundo, como em qualquer outro solo. As pedras servem de sustentáculo para a terra. Como as raízes das plantas. Retirando-as, corre-se o risco de erosões e de várias outras catástrofes... Estas encontramos naquele nosso passeio (Veja Entrando no Mato). Vamos ver?













Pedras de diferentes formas e tamanhos... Pedras e cavernas... Pedras como proteção de tocas...










Pedras retiradas pelo homem... Pedras quebradas... Pedras negras, atingidas por queimadas...







Algumas plantas se refazem... Mas, e as pedras, quem as colocará novamente em seus lugares?????????
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quarta-feira, julho 22, 2009

Via Natureza: Série Cerrado - III: Angico - Tronco e Galhos

Angico - Tronco e Galhos






Nosso pé de angico veio ainda semente. Sementinha escondida na terra de uma muda de jabuticaba. Muda já grande que, de acordo com o casal que nos vendeu, já estava frutificando. Eles vendiam mudas vindas das redondezas de Goiânia. Isso há mais ou menos seis anos. Algumas semanas depois de termos plantado a jabuticabeira, com bastante cuidado, regando-a abundantemente, um fiapinho comprido de uma planta nasceu. Intrigada com aquela plantinha magricela, deixamos que ela ficasse. Queríamos saber o que era. No retorno do casal, mostramos a 'compridinha' - que nessas alturas já estava do tamanho da jabuticabeira. Foi aí que soubemos que tínhamos um pé de angico. Eles nos disseram que de onde tinham plantado as mudas havia muito angiqueiro. Alguma sementinha viajou junto. Pensamos mudá-lo para outro lugar. Mas ele foi ficando. Quanto mais crescia, mais difícil seria deslocá-lo. Hoje ele continua lá, coladinho ao pé de jabuticaba, fazendo sombra para as outras plantas. Elas não gostam muito disso, mas vão convivendo assim mesmo. E as jabuticabas? Bem, só o ano passado nosso pé de jabuticaba começou a nos oferecer algumas frutinhas. Ou não estavam 'prontas', como nos disseram, ou foi a sombra do angiqueiro que retardou seus frutos.






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segunda-feira, julho 13, 2009

Via Natureza: Série Cerrado - II: Angico - Folhas e Flores

Angico: Folhas e Flores




Como plumas enfeitando o céu, assim são as folhas do Angico. Uma das árvores do cerrado, o angiqueiro é muito conhecido por suas propriedades medicinais. Mas, hoje, mostraremos apenas a beleza de suas folhas e flores. Vejam:



Se suas folhas são belas, o que dizer de suas minúsculas flores que aparecem na primavera e no verão?


Um pássaro aproveitando a sombra e se alimentando entre as flores do angiqueiro.



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Angico-branco, pau-jacaré (Piptadenia gonoacantha). Família das leguminosas. É uma árvore originária do Brasil, podendo ser vista ainda com facilidade no cerrado. Pode atingir até 20 metros. Sua propagação se dá por sementes, 'escondidas' em vagens.
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quarta-feira, julho 08, 2009

Via Natureza: Monólogo de uma Árvore

Monólogo de Uma Árvore





Sou mais uma planta do cerrado. Sou árvore resistente. Quantas vezes já fui queimada viva! Olhem meu tronco: há marcas de queimaduras por todo meu corpo; no início, quando era mais jovem, meu tronco se refazia quase totalmente. Hoje, a cada queimada, fico mais escura e envelhecida. Olho à minha volta. O que vejo? Poucas árvores, minhas companheiras, resistiram. Do que semeei, muito, muito pouco conseguiu sobreviver. As plantas nativas, como eu, árvore pensativa, quando não são destruídas por queimadas, são arrancadas para darem lugar para mais abrigos do inimigo número um de nossa Mãe Natureza. Tudo bem, eles nascem às centenas todo segundo, mas não podemos conviver um com o outro? Não podemos ser amigos? Queria tanto! Quero continuar vendo crianças subindo, alegres, em meu tronco. Quero abrigar aqueles que passam por mim e descansam sob minha copa. Quero ver pássaros fazendo ninhos em meus galhos. Quero não ver mais queimadas. É horrível! Quero não ver mais plantas sendo arrancadas. Olhem, de onde estou avisto um bosque de eucaliptos. Eles não são daqui; foi a mão 'daquele inimigo' que os plantou. Coitado, ele não sabe que eles, os eucaliptos, não gostam deste clima seco do cerrado. Ele não sabe que somos nós, árvores nativas deste lugar, que podemos melhor sustentar o solo. Ele não sabe... Ele não sabe tantas coisas!
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