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quarta-feira, agosto 12, 2009

Via Músicas Que Ficam: Súplica, de Júnior Nardelli

Nascente

A música Súplica, de Júnior Nardelli, nos fala sobre a importância da preservação da água. Transcrevemos abaixo a letra.

SÚPLICA

Junior Nardelli

Sou eu que banho a esperança
da semente virar fruto ou flor
Sou eu o frescor da criança
tão inocente com medo do calor
Sou eu que me escondo no manto
No ventre da terra e seco o sertão
Sou eu que do céu tombo em canto
Aliviando a pobre população
Sou eu correndo na calçada
Descendo a rua sem direção
Sou eu frágil e abandonada
Sempre jogada na escuridão
Sou eu que desenho o arco-íris
Quando me encontro com o sol de verão
Mãe Iara, eu te suplico: minha mãe!
Mãe Iara, não deixe que acabem comigo, minha mãe
Mãe Iara, minha mãe é mesmo assim
Que pena o homem não percebeu que não viverá sem mim.
Para ouvir e/ou fazer o download da música, veja o site: http://www.uniagua.org.br/
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quarta-feira, abril 22, 2009

Via Músicas Que Ficam: I can't stop loving you, de Ray Charles

Flor-de-coral ou russélia

I Can't Stop Loving You

Ray Charles - Composição: Dor Gibson

(I can't stop loving you)
I've made up my mind
To live in memory of the lonesome times
(I can't stop wanting you)

It's useless to say
So I'll just live my life in dreams of yesterday
(Dreams of yesterday)
Those happy hours that we once knew

Tho' long ago, they still make me blue
They say that time heals a broken heart
But time has stood still since we've been apart

(I can't stop loving you)
I've made up my mind
To live in memory of the lonesome times
(I can't stop wanting you)

It's useless to say
So I'll just live my life in dreams of yesterday
(Those happy hours)
Those happy hours
(That we once knew)
That we once knew

(Tho' long ago)
Tho' long ago
(Still make me blue)
Still ma-a-a-ake me blue

(They say that time)
They say that time
(Heals a broken heart)
Heals a broken heart
(But time has stood still)
Time has stood still
(Since we've been apart)
Since we've been apart

(I can't stop loving you)
I said I made up my mind
To live in memory of the lonesome times
(I can't stop wanting you)
It's useless to say
So I'll just live my life of dreams of yesterday
(Of yesterday)
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Canções sempre nos marcam: uma viagem, um fato, uma pessoa, uma época, um amor adolescente. Quando menos esperamos, ao ouvir uma música, um filme se passa em nossa cabeça. E as recordações aparecem para nos dizerem "olha, era você", "veja, estou ainda com você, mesmo que só nas lembranças." I can't stop loving you de Ray Charles é uma dessas músicas que, sempre ao escutá-la, as lembranças aparecem: lembranças adolescentes, de uma época sem preocupações, de filmes românticos e jovens estudantes brincando, rindo, tagarelando. Tempo feliz.

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domingo, março 22, 2009

Via Músicas Que Ficam: Folhas de Outono

Folhas de Outono





Nosso outono chegou. Um outono meio primavera, meio verão, com o verde das árvores ainda intacto; poucas são as árvores desfolhadas. É um outono bem brasileiro. Bem diferente dos países onde o frio predomina, com as folhas das árvores caindo... Caindo e cobrindo o chão de um manto amarelado. Aliás, bem diferente mesmo, até na data, porque por lá, agora é primavera; por lá - nos países frios - é o colorido da primavera que começa.

Gostaria de colocar, neste post, a música Folhas de Outono. Ela marcou nossa adolescência, cantada por jovens goianos. Vamos relembrá-los? A música e os jovens?


Folhas de Outono

Roberto Carlos
Composição: Francisco Lara / Juvenil Santos

A folhas caem
O inverno já chegou
E onde anda
Onde anda o meu amor
Que foi embora
Sem ao menos me beijar
Como as folhas
Que se perdem pelo ar
Mas ainda nela eu penso
Com muito carinho
As folhas vão caindo
E eu choro baixinho
Mas tenho a esperança
Que ela vai voltar
As folhas quando caem
Nascem outras no lugar
...
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Esta música me faz lembrar um jovem poeta goiano, nosso vizinho de bairro. Sempre que a ouço, sua voz e sua imagem a acompanham, como o violão de seu irmão, sempre presente em seus recitais juvenis.
Depois de cantá-la, nosso amigo recitava seus novos poemas, tendo como fundo musical um suave dedilhar de violão.
E como um anjo, Gabriel* falava e cantava o cotidiano de nossas vidas.
A primavera da junventude é florida pelos sonhos. A primavera depois do outono da vida, é plena de lírios e orquídeas, chamados filhos, sonhos realizados e sonhos a sonhar.
Que você, Gabriel, tenha realizado todos seus sonhos e que tenha sempre muitos sonhos a sonhar e a realizar!
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*Gabriel Nascente, hoje um conhecido poeta goiano, é autor de vários livros.
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quinta-feira, setembro 25, 2008

Via Músicas Que Ficam: O Sal da Terra (Beto Guedes)


O Sal da Terra Composição: Beto Guedes/Ronaldo Bastos

Anda!
Quero te dizer nenhum segredo
Falo nesse chão, da nossa casa
Bem que tá na hora de arrumar...

Tempo!
Quero viver mais duzentos anos
Quero não ferir meu semelhante
Nem por isso quero me ferir
Vamos precisar de todo mundo
Prá banir do mundo a opressão
Para construir a vida nova
Vamos precisar de muito amor
A felicidade mora ao lado
E quem não é tolo pode ver...

A paz na terra, amor
O pé na terra
A paz na terra, amor
O sal da...

Terra!
És o mais bonito dos planetas
Tão te maltratando por dinheiro
Tu que és a nave nossa irmã
Canta!
Leva tua vida em harmonia
E nos alimenta com seus frutos
Tu que és do homem, a maçã...
Vamos precisar de todo mundo
Um mais um é sempre mais que dois
Prá melhor juntar as nossas forças
É só repartir melhor o pão
Recriar o paraíso agora
Para merecer quem vem depois...

Deixa nascer, o amor
Deixa fluir, o amor
Deixa crescer, o amor
Deixa viver, o amor
O sal da terra, o amor...

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Compartilho O Sal da Terra de Beto Guedes com todos aqueles que gostam de uma boa música, divinamente inspirada.

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sexta-feira, setembro 05, 2008

Via Músicas Que Ficam: Primavera (Tim Maia)











Primavera

Tim Maia

Composição: Cassiano / Sílvio Rochael

Quando o inverno chegar
Eu quero estar junto a ti
Pode o outono voltar
Eu quero estar junto a ti
Porque (é primavera)
Te amo (é primavera)
Te amo meu amor

Trago esta rosa (para te dar)
Trago esta rosa (para te dar)
Trago esta rosa (para te dar)
Meu amor...
Hoje o céu está tão lindo (sai chuva)
Hoje o céu está tão lindo (meu amor)

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Esta música nos faz lembrar as muitas primaveras das primaveras da vida e também que a primavera está chegando!

Foto: Rosa de nosso jardim.

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sexta-feira, julho 25, 2008

Via Músicas Que Ficam: A cidade dorme...



A cidade dorme...


Viajamos muito de madrugada. Geralmente pegamos a estrada por volta de três ou quatro horas da manhã. Nesse horário as estradas estão quase desertas. E as cidades... as cidades dormem.

Vendo a cidade adormecida, na escuridão da noite, apenas com um cordão de pingentes brilhantes margeando ruas e avenidas, não raro penso em uma música que ouvia quando criança. Só me recordo de quatro versos. Dizem assim:

"A cidade dorme
A ambição descansa
(.........)
Embalando o berço
É a mãe que canta"

Pelo menos é assim que me lembro. Não sei se a letra foi trocada, se minha lembrança se misturou com a imaginação infantil ou se é uma questão de memória. Porque, para minha surpresa, buscando a letra na Internet, encontrei esta:

Silencio

Albertinho Fortuna

Composição: Carlos Gardel / Horacio Petrossi / Música de Alfredo Le Pera

Silencio na noite...! Já está tudo em calma,
Os músculos dormem... A ambição descansa,
Embalando um berço, uma mãe canta,
Um canto querido, que chega a minhA’lma,
Porque neste berço, está sua esperança.

Eram cinco irmãos...
Ela era uma santa,
Eram cinco beijos, todas as manhãs,
Que ela recebia em teu rosto amigo,
Esta mãe querida,
Eram cinco filhos que lhe adoravam !

Silencio na noite...! Já está tudo em calma,
Os músculos dormem... A ambição descansa,
Um clarim se ouve... Periga a Pátria !
E nos campos de guerra, os homens se matam,
Cobrindo de sangue, os campos de França.

Silencio na noite...! Já está tudo em calma,
Os músculos dormem... A ambição descansa,
Tudo já passado... Renascem as plantas,
Um hino vida, os arados cantam,
E a velhinha, de cabelos brancos,
Ficou tão sozinha, com cinco medalhas,
Que por cinco heróis, premiou a Pátria.

Silencio na noite...! Já está tudo em calma,
Os músculos dormem... A ambição descansa,
Um coro distante, de mulheres que cantam,
Embalam seus berços, com novas esperanças,
Silencio na noite!... Silencio nas almas !......

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A letra sempre foi assim ou era como imaginava e cantava? Tudo bem, era muito pequena e só me lembro daqueles quatro versos, mas por que "os músculos dormem..." e não "a cidade dorme"? Por que "uma mãe canta" e não "é uma mãe que canta"?
Alguém pode me explicar?

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domingo, maio 11, 2008

Via Músicas Que Ficam: Fantástico Balão Mágico

ClipArt do Microsoft Media Gallery

Super Fantástico

A Turma Do Balão Mágico
Composição: Ignacio Ballesteros/Difelisatti/Edgard Poças

Super fantástico amigo!
Que bom estar contigo
No nosso balão!
Vamos voar novamente
Cantar alegremente
Mais uma canção

Tantas crianças já sabem
Que todas elas cabem
No nosso balão

Até quem tem mais idade
Mas tem felicidade
No seu coração

Sou feliz, por isso estou aqui
Também quero viajar nesse balão!
Super fantástico!
No Balão Mágico,
O mundo fica bem mais divertido!

Sou feliz, por isso estou aqui
Também quero viajar nesse balão!
Superfantásticamente!
As músicas são asas da imaginação
É como a flor e a semente
Cantar que faz a gente
Viver a emoção

Vamos fazer a cidade
Virar felicidade
Com nossa canção
Vamos fazer essa gente
Voar alegremente
No nosso balão!

Sou feliz, por isso estou aqui
Também quero viajar nesse balão!
Super fantástico!
No Balão Mágico!
O mundo fica bem mais divertido!(bis)

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Essa música embalou nossos sonhos. Quem foi criança (ou adulto) na década de 80 deve se lembrar bem; a turma do balão mágico fazia tudo ficar azul. Eram crianças embaladas e embalando sonhos.

As crianças crescem, cada uma segue um novo caminho. Logo, não seria diferente para com essa turminha mágica. Nem para com os pequenos que eram por ela ninados. Seguem por vias que se abrem diante delas ou que elas mesmas constroem; caminhos ora alegres e felizes, ora traiçoeiros e que, por vezes, levam a lugares desconhecidos. Estradas que a vida nos impõe, por meio dos amigos, ou através das aptidões e dos sonhos, mas também através de imprevistos que surgem sem serem convidados... É a vida. São os caminhos da vida.

Simony, Jairzinho... aonde andam? Como estão? Estamos com saudades.

Que surjam novas turmas de sonhos. Precisamos - e como - delas!
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