Pular para o conteúdo principal

Via Amigos: Você já comeu ou viu um bolo-lua?

1- Mooncakes
...
Você sabe o que é um mooncake? Ou, traduzindo, bolo-lua? Nem eu! Quer dizer, agora sei. Sei o que é, porque ver ou comer, ainda não. Só vi em fotos. Fotos de uma querida amiga, Jenny Eshjey, que mora na Malásia. Malásia, país asiático, ou seja, do outro lado do mundo. Sua capital é Kuala Lampur; possui duas línguas oficiais, o inglês e o malaio. (Ver mais na nota de rodapé Mais informações).

Jenny Eshjey é uma jovem senhora, casada e mãe de três lindos filhos. Possui um blog, onde há informações diversas sobre a cultura de seu país. Ela gosta também de falar sobre alimentos naturais e nos dá boas dicas de saúde e de vida. Dia 27 de setembro nos falou sobre um Festival de Mooncakes. Fiquei curiosa e aprendi que uma grande parte dos malaios é descendente de chineses. E que os chineses comemoram, no oitavo mês lunar, uma histórica vitória contra os mongóis, conseguida em uma noite de lua cheia, à meia-noite. O aviso da batalha foi dado através de bilhetes dentro de cakes. Daí o nome mooncake e seu Festival, que inclui também coloridas luminárias. Ela nos fala da simbologia de cada elemento - o bolo, a lua, as luminárias - e das diversas brincadeiras das crianças durante o festival. Vou deixar com vocês as fotos dos mooncakes. Aprendam sobre esse curioso festival no post Mooncakes Festival... em:  What A Life.....

"Domingo, 27 de setembro de 2009

Mooncakes Festival ...


Muitas luminárias


E mooncakes..."

-------------
....
Bom fim de semana! Good weekend! Bon week-end! Buen fin de semana!
حسن عطلة نهاية الاسبوع! Good weekend!  خوب آخر هفته! Καλό Σαββατοκύριακο! 週末にね!

Em http://pt.wikipedia.org/wiki/Cultura_da_Mal%C3%A1sia pode-se ler:

"Cultura da Malásia

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

A Malásia é uma sociedade multicultural, com malaios, chineses e indianos a compartilhar o país. Os malaios são a maior comunidade, atingindo 60% da população. São muçulmanos, falam malaio (Bahasa Melayu) e são em grande parte responsáveis pela orientação política do país. Os chineses formam cerca de um quarto da população. São principalmente budistas (da seita Mahayana), taoistas ou cristãos, falam os dialectos hokkien/fukien, cantonês, hakka e teochew e têm uma história de domínio dos negócios do país. Os indianos formam cerca de 10% da população. São na maioria tamiles e telagus hindus do sul da Índia, falando tamil, telugu, malayalam e algum hindi, e vivem principalmente nas grandes cidades da costa ocidental da península. Também existe uma comunidade sikh de razoável tamanho. O resto da população é composta por eurasiáticos, cambojanos, vietnamitas e tribos indígenas. A maioria dos eurasiáticos é cristã. Os eurasiáticos, de ascendência mestiça, portuguesa e malaia, falam um crioulo de base portuguesa chamado Papia Kristang. Outros eurasiáticos, de ascendência mestiça, malaia e espanhola, descendentes de emigrantes vindos das Filipinas, que vivem principalmente em Sabah, falam o único crioulo de base castelhana asiático, o Chavacano. Os cambojanos e os vietnamitas são principalmente budistas (os cambojanos da seita Theravada e os vietnamitas da seita Mahayana). O malaio é a língua oficial do país, mas o inglês é muito falado.
A maior tribo indígena em número são os Iban de Sarawak, cujo número sobe a mais de 600 000. Os Iban que ainda vivem em aldeias tradicionais na selva vivem em casas longas ao longo dos rios Rajang e Lupar e dos seus afluentes. Os Bidayuh (170 000) estão concentrados na parte sudoeste de Sarawak. A maior tribo indígena de Sabah é a dos Kadazan. São principalmente agricultores de subsistência cristãos. Os Orang Asli (140 000), ou povos aborígenes, incluem várias comunidades étnicas diferentes que vivem na Malásia Peninsular. Tradicionalmente caçadores-recolectores e agricultores nómadas, muitos foram sedentarizados e parcialmente absorvidos pela Malásia moderna. Apesar disso, continuam a ser o grupo mais pobre do país.

 Música e dança

A música tradicional malaia é fortemente influenciada por formas chinesas e islâmicas. A música baseia-se grandemente no gendang (tambor), mas inclui instrumentos de percussão (alguns feitos de conchas), o rebab (um instrumento de cordas com arco), o serunai (um instrumento de dupla palheta, semelhante a um oboé), flautas e trombetas. O país tem uma forte tradição de dança e de tambores de dança, algumas de origem tailandesa, indiana e portuguesa. Outras formas artísticas incluem o wayang kulit (fantoches de sombras), o silat (uma arte marcial estilizada) e artesanato como o batik, a tecelagem, e trabalhos em prata e latão."

---------------------------

Comentários

Brad disse…
Bonitas !
Brad
Jenny Eshjey disse…
Dear Luisa,

Thanks for sharing this Chinese culture for your friends. They will know different cultures from different country.

Have A Nice Sunday!

hugs from Jenny Malaysia.
Dear Brad and Jenny, I am very happy to have them as friends. We are a 'circle of friends', right?
Luísa.
Brad disse…
Yes ! :)
Brad

Postagens mais visitadas deste blog nos últimos 30 dias

Via Verde: Pequena, Vermelha e Adocicada: Que fruta é essa?

Galhos com frutos maduros e amadurecendo. Há alguns anos compramos uma muda de uma planta que diziam ser jambo. A plantinha foi crescendo e cada vez ficando mais diferente de um jambeiro. Quando começou a frutificar vimos que era uma fruta que não conhecíamos. O pior é que ninguém da vizinhança conhecia. É pequena, tem mais ou menos um quarto do tamanho de um jambo, vermelha e adocicada, quando madura. Você sabe que frutinha é essa? Árvore com tronco e galhos finos. Formato das folhas e frutinhas amadurecendo. Que fruta é essa?  Retiramos a pele de uma delas para mostrar a polpa. A pele é bem fininha... Cada uma das frutinhas possui duas sementes, parecendo uma semente dividida. Duas frutinhas ao lado de um jambo. Essa  foto foi feita ontem, domingo, após a colheita. ----------------------------

Via Verde: As Três Cores do Flamboyant, a Musa das Árvores

Flamboyant vermelho - Apesar desse flamboyant ser uma árvore nova, sua copa dá uma grande e gostosa sombra.  Minha filha, durante uma caminhada, passando sob o flamboyant. Beleza da copa florida Folhas, botões e flores do flamboyant  Flamboyant enfeitando o jardim do Tribunal de Justiça, em Brasília.  Flamboyant, espelho d'água e fachada do TJ.  Flores e galhos retorcidos do flamboyant. Flores do flamboyant - Veja, logo abaixo, esta foto em uma tomada mais próxima. Sempre quis clicar as flores de um flamboyant bem de perto. Não são belas? Flamboyant alaranjado - Três ou quatro árvores dando as boas vindas na entrada de uma lanchonete, na rodovia que liga Goiânia a Brasília ( Lanchonete Jerivá ). Flamboyants do Jerivá Flamboyant amarelo - Este está em Brasília, logo depois da Ponte das Garças - conhecida como 'a ponte do (Conjunto Comercial) Gilberto Salomão', no sentid...

Via Verde: Jurubeba, a Delícia Amarga do Cerrado

Jurubebas colhidas, em ramos saindo de um galho e folhas. Jurubeba: Folhas e frutos. Jurubeba: Galhos espinhosos. Jurubeba, jurupeba, gerobeba, joá-manso e outros nomes populares. ( Solanum paniculatum L .). Família das solanáceas. Que me lembre, comi jurubeba uma única vez, na chácara de uma amiga, perto de Hidrolândia, interior de

Caminhos que se desdobram

Quando criei o Multivias, em 2008, naquele primeiro convite silencioso, (V amos juntos caminhar?),  eu não sabia que estava abrindo um caminho que se desdobraria por tantos anos. Dezembro, um bom momento para avaliar nossas ações. Então, vamos falar sobre  Caminhos que se desdobram * Caminhar é uma das formas mais silenciosas de diálogo com o mundo. Foi assim que o Multivias** nasceu : do gesto de observar a natureza, registrar, refletir e partilhar. Cada imagem, cada texto, cada lembrança guarda em si o mesmo propósito: preservar o que ainda pulsa, o que resiste, o que floresce.   Sempre gostei de plantar, ainda que sem saber nomes científicos ou fórmulas de adubo. Aprendi apenas o suficiente para não deixar morrer as plantas que me cercam . T alvez isso diga muito sobre a forma como enxergo a vida. Cuidar é uma escolha. E escolhas diárias, mesmo as mais simples, podem ser gestos de resistência.   Quando criei o Multivias , em 2008*, pensei em abrir um espaço para f...

Uma sombrinha, um bairro, um recomeço

Relendo o diário, reencontro a rotina das chuvas de janeiro: laboratório, passeio a pé, pequenas descobertas e uma pamonha que renova corpo e mente.   Uma sombrinha, um bairro, um recomeço O ano começa devagarinho  Mais um ano em Goiânia. Entre idas e vindas, completei um ano inteiro na minha antiga terrinha. (Logo depois da pandemia, em 2022, eu e minha filha também passamos um ano por aqui.) Goiânia em modo janeiro Relendo meu diário, notei que as chuvas de janeiro repetem a mesma música: começam leves, como quem pede licença e, de repente, tomam conta do dia e da gente. No início do ano passado, logo depois da nossa volta para Goiânia, num dia chuvoso como o de hoje, escrevi: Há dias em que a gente acorda sem disposição, sem força, como se o corpo tivesse virado um casaco pesado. Fico mais um pouco na cama, tentando negociar com o mundo. Mas o tempo não negocia. Ele vai. Vai.  Tic-tac, tic-tac , e pronto: quando percebo, a manhã já está alta. “Nove horas? Não acredito....

Nascentes, a última voz das Águas

Uma crônica sobre o Rio Piracanjuba, suas nascentes e sua espécie que pede socorro  Nascentes, a   última voz das Águas Muitas delas, como as do Rio Piracanjuba, foram destruídas pelo avanço urbano e pelo desmatamento. Em setembro de 2010, escrevi no Blog Multivias que “milhares e milhares de nascentes de nossos rios pedem socorro”. Algumas, dizia eu, encontram fadas-madrinhas, como Helena Bernardes, que então lutava pelas nascentes do Rio Piracanjuba com uma coragem que parecia maior do que a própria geografia do Cerrado. Quinze anos depois, percebo que, se naquela época as águas sussurravam, hoje elas gritam. Onde nasce o Piracanjuba O Rio Piracanjuba brota na Serra do Alicrim, entre Silvânia e Bela Vista de Goiás, solo sagrado do Cerrado, onde as raízes profundas armazenam água por baixo da terra como quem guarda histórias. Suas primeiras fontes descem discretas pelas encostas e seguem viagem rumo a cidades que carregam seu nome: Bela Vista, Piracanjuba, Morrinhos,...

O Natal da Terra

Conto sobre os natais da Terra. Natais  que renascem todos os anos  O Natal da Terra Na ceia, não havia anjos nem velas douradas.  Apenas estrelas de carambola  e grãos de romã espalhados como promessas.   No centro do vermelho, uma flor branca. Era assim que a Mussaenda ensinava o Natal:  o essencial quase invisível, a esperança insistindo em florir  no calor do verão. Naquele dezembro, a cidade parecia cansada. As vitrines estavam prontas antes do tempo, os anúncios gritavam descontos, e o vermelho se espalhava como se fosse urgente convencer alguém de alguma coisa. Ainda assim, havia flores. Na esquina da rua antiga, uma Mussaenda-vermelha se derramava sobre o muro, exuberante, quase excessiva. Suas grandes pétalas rubras escondiam, no centro, uma flor branca pequena, delicada, quase invisível. Quem passava apressado via apenas o vermelho. Quem parava um pouco mais percebia o branco. Ela parou. Sempre gostara de flores que pareciam dizer algo sem le...

Via Verde: Limão Imperial

Como aquela frutinha chamada Noni* que encontramos em Goiânia, o limão imperial , para mim, também é uma novidade. Vi essa muda das fotos em um viveiro de Brasília. Só souberam me informar sobre seu nome. Nada encontrei também nas pesquisas que fiz via Google. O fruto parece uma pequena laranja, porém rajado, como suas folhas. Havia algumas pequenas flores, mas elas não estão bem visíveis nessas imagens. As fotos foram feitas em um horário inapropriado para fotografia. Infelizmente não pude retornar em uma hora melhor para tentar mais alguns cliques. Alguém conhece? Família  Citrus sinensis ? Limão imperial? Limão imperial -------------- *Noni - Veja a post Noni neste mesmo blog. --------------- Obrigada, amigos. De acordo com a estatística do Blogger estamos com mais de 400 mil visualizações de páginas. Neste exato momento (18:38 h) está marcando 401.156 visualizações. Estamos felizes! Queremos dividir essa alegria com todos vocês que por aqui passam....

O ano em que escolhemos nadar

 A vida não espera. E hoje é o dia para semear gestos que valham a pena ser lembrados .   O ano em que escolhemos nadar   Histórias reais e o valor do Agora A vida segue sem pedir licença. E o que fazemos com nosso tempo é o que realmente importa.   O ano vira como o rio dobra a curva: sem alarde. Quando percebemos, já estamos mais abaixo, levados pela água, olhando as margens passarem depressa demais. Há pessoas que atravessam a vida assim. Não dormem. Mas também não despertam. Seguem na correnteza, confundindo movimento com escolha, velocidade com sentido, ruído com presença. Dizem que há quem acorde depois de décadas em coma. O corpo imóvel, a vida seguindo. Filhos crescidos, cabelos brancos, o mundo outro. Quando despertam, veem tudo de uma vez: o tempo inteiro condensado num susto. O curioso é que muitos de nós fazemos o caminho inverso. Estamos de pé, andamos, respondemos mensagens, cumprimos horários. Mas não vemos. Não escutamos. Não escolhemos....

Via Verde: Cambará-de-cheiro

Cambará-de-cheiro, cambarazinho, lantana-cambará, cambará-verdadeiro, entre outros nomes populares. ( Lantana camara ). Família das verbenáceas. É visto por todo o Brasil, enfeitando jardins ou em terrenos baldios. Encontramos o branco e o amarelo das quatro primeiras fotos em um jardim de Goiânia; o rosa, das duas últimas fotos, foi nos arredores de Brasília, entre matos e pedras. É uma planta medicinal. De acordo com o site jardineiro.net (  http://www.jardineiro.net/br/banco/lantana_camara.php ), utilizam-se as folhas para "Infecções respiratórias, alergias respiratórias, reumatismo, febre, infecções de ouvido", possuindo as seguintes propriedades: "Balsâmico, diurético, estimulante, expectorante, sudorífera, tônico". Já em plantasquecuram ( http://www.plantasquecuram.com.br/ervas/cambara.html ) há, além de informações diversas, o modo de se usar essa planta e até receitas de chá das folhas e flores. -----------------------...