Relendo o diário, reencontro a rotina das chuvas de janeiro: laboratório, passeio a pé, pequenas descobertas e uma pamonha que renova corpo e mente. Uma sombrinha, um bairro, um recomeço O ano começa devagarinho Mais um ano em Goiânia. Entre idas e vindas, completei um ano inteiro na minha antiga terrinha. (Logo depois da pandemia, em 2022, eu e minha filha também passamos um ano por aqui.) Goiânia em modo janeiro Relendo meu diário, notei que as chuvas de janeiro repetem a mesma música: começam leves, como quem pede licença e, de repente, tomam conta do dia e da gente. No início do ano passado, logo depois da nossa volta para Goiânia, num dia chuvoso como o de hoje, escrevi: Há dias em que a gente acorda sem disposição, sem força, como se o corpo tivesse virado um casaco pesado. Fico mais um pouco na cama, tentando negociar com o mundo. Mas o tempo não negocia. Ele vai. Vai. Tic-tac, tic-tac , e pronto: quando percebo, a manhã já está alta. “Nove horas? Não acredito....
Comentários
Confesso que nunca havia visto um besouro tão fofinho. Parabéns!!
A natureza agradece também,com certeza. Afinal, qual o besourinho que não gostaria de ser fotografado...
Bem melhor do que ser massacrado pelos pés de algum malvado, não é Luísa? Coitadinhos...
Um beijo. Estou fora do Rio e com alguns problemas tecnológicos.[rs]
Na volta passarei por aqui.
Un saluto
Sabrina&Luca
Lindas as tuas fotos!
Beijo
Graça
Vou seguir novamente, pois achei muito bom.
Abs.
Eliane
viva a vida ,amada amiga!
bzuzzzzzzzzzzzzzzzzzzzz
A natureza é surpreendente. O inseto desgasta um revestimento muito bonito!
Brad
Assista com amor, espero que goste:
http://www.youtube.com/watch?v=ensckApupW0&feature=player_embedded
Beijo imenso, menina linda.
Rebeca
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