A natureza é sempre sábia. Aprendemos mesmo observando as flores. Veja, por exemplo, a flor-canhota. Ela possui pétalas de um único lado, nos dizendo que as diferenças fazem parte da vida; a flor-de-maio desabrocha na ponta de suas folhas, nos ensinando que podemos chegar até nossos limites; a pequena mussaenda fica entre folhas-flores mais de dez vezes maiores do que ela para nos mostrar que a beleza está na simplicidade; a rosa-do-deserto que, como o nome diz, é originária de desertos, possui tronco e caules grossos para armazenamento de água, nos dando uma lição de sabedoria e a flor de um cacto nos diz que é possível sobreviver com nobreza mesmo entre espinhos. Neste pequeno álbum em vídeo, que editamos especialmente para você que por aqui passa, podemos ver quinze diferentes flores. Diferenças em cores, formas e tamanhos. É a natureza. É a vida.
Árvores tortuosas do Cerrado Vejam a beleza dessas árvores. São árvores resistentes, já passaram por inúmeras queimadas, muitas carregam ainda esse horror em seus troncos. Mas, renascem das cinzas e brotam. Ou, quando o fogo não consegue matá-las por inteiro, seguem em frente, tentando se recompor, brotando novos galhos, novas flores e sempre novas sementes. É a esperança, em cada ano, de não desaparecerem, de darem continuidade à sua espécie. Até quando resistirão? Árvores tortuosas, flores e frutos exóticos, assim é a beleza do Cerrado. O Cerrado é um dos biomas mais secos do Brasil. A estação seca pode durar até 5 meses. Neste período o índice de umidade relativa do ar chega, muitas vezes, no meio da tarde, a índices inferiores a 15%. Por isto tantas queimadas acontecem entre maio e setembro, período de estiagem. Um toco de cigarro ou algumas brasas que ficaram de um pique-nique pode ser o começo de um fogaréu. Há também os casos em que o fogo...
Comentários
Belo e instrutivo.
Somos parte dessa natureza até nesse quesito.
Beijos