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sexta-feira, setembro 11, 2009

Via Vida: Educar É Preciso - 2

Como tínhamos dito para alguns amigos, estamos reeditando o post Educar É Preciso, publicado dia 26 de julho de 2008, na Via Vida 19.

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"Conversando com pessoas de diferentes camadas sociais, percebemos a falta que faz uma educação de qualidade. Percebemos também como as escolas estão ainda tão deficitárias. Como nosso sistema educacional precisa de pessoas engajadas em educação básica, que pensem em como melhorar os programas educacionais, aperfeiçoando alguns e acrescentando outros.

Precisamos de escolas que engajem a família como um todo, educando não só crianças, mas todos os adultos da família: mães, pais, tios, enfim, todos que, de um certo modo convivem com os pequenos.

Quantos pais, com palavras negativas, não sufocam sonhos? Ou interrompem o desenvolvimento social, familiar e, muitas vezes, o ideal de uma criança? Quantos não desestimulam um garoto ou garota que tem tudo para ser um grande profissional, uma grande pessoa! Pessoa no sentido amplo da palavra, como criatura humana e humanitária.

Quantos pais não podam, ainda na raiz, sonhos realizáveis, com palavras indevidas e negativistas. Culpa deles? Como, se aprenderam assim? Como são culpados, se também foram marginalizados e cresceram no vai e vem da vida?

Precisamos de Escolas com E maiúsculo. Uma Escola. Não um criadouro, uma gaiola, um faz-não-faz.

Precisamos de Escolas. Escolas com uma infra-estrutura que apoie a família e a comunidade onde está inserido o aluno, aquele que será o representante de nosso amanhã.


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segunda-feira, junho 29, 2009

Via Natureza: Entrando no Mato


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Entrando no Mato


Quer nos acompanhar nesse passeio? Vem!

Olhando uma linda vista e a atração pelo mato nos domina.

Não resistimos... andamos, observamos e 'clicamos' doces encontros no mato.

Pássaros, borboletas, flores...



Fonte de uma nascente...



Árvores tortuosas do cerrado e suas flores...



Flores e folhas de variadas texturas e cores...





Picão*...

Mais flores...




Muitas plantas, capim, pedras...

Um beija-flor...

Água, mais flores e pedras...



Um pássaro passeando...

Outros escondidos no meio do capim...

E corujas....
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*Picão? Ou carrapicho? É o mesmo?
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Estas fotos mostram trechos de passeios no mato, em pleno cerrado, observando as pequenas coisas à nossa volta, tão importantes mas às vezes tão esquecidas. Vamos aproveitar as férias para curtir a natureza?
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A moça que aparece na foto é minha filha; ela também participou de nosso passeio. Verificando as fotos tiradas, achei interessante aquela primeira... Daí tê-la colocado com a frase de chamada do post.
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quarta-feira, junho 24, 2009

Via Amigos: Pensar no Outro



Pensar no Outro


Pensar no outro
é pensar no irmão
desconhecido
é pensar naquele
que está sem abrigo
e naquele que tem fome
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Pensar no outro
é cobrir o irmão que tem frio
é visitar lares miseráveis
levando alento e carinho
Pensar no outro
é ter uma palavra amiga
....
Pensar no outro
é nos doar
através de nossas mãos
através de nossas ações
e de nossas orações
Pensar no outro
é ter Deus
 em nosso coração

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Escrevi este texto pensando nos desabrigados das enchentes e nos moradores de rua. Há várias instituições - entre elas igrejas e creches, que recolhem cobertores e agasalhos para doá-los nestes dias frios. Há também pessoas que fazem quadradinhos em tecidos, tricô ou croché, juntando-os em colchas para darem aos que precisam. E você, como está fazendo sua parte? Vamos agasalhar nossos irmãos?
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quarta-feira, junho 17, 2009

Via Natureza: Plantando


Plantando


Plantando


Amigo/amiga, a proposta deste blog, como você já deve ter notado, é o incentivo à preservação ambiental. Através de fotos da natureza e relatos de fatos do dia a dia estamos plantando sementes de amor pela mãe natureza - nós deste blog e você, seguidor ou não, mas que ama este nosso tão maltratado planeta.
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Muitas vezes uma foto atrai e estimula uma conscientização maior em relação ao ambiente em que vivemos. Uma foto pode levar crianças e adultos a refletirem, por exemplo, sobre os desmatamentos ou sobre as queimadas, infelizmente tão comuns em época de seca. Pode estimular hábitos e costumes saudáveis em relação às pessoas e ao planeta de um modo geral.
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São sementinhas que germinarão em mais árvores, em menos violência, em olhos mais abertos para ver e sentir nossa terra e em uma preocupação maior e mais efetiva em relação aos efeitos de queimadas, de maltratos e invasões de matas, rios, morros e encostas.
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Precisamos mais do que nunca nos dar as mãos, para que este trabalho possa ter continuidade e atingir um número maior de pessoas, gerando uma maneira diferente de ver, sentir e cuidar do meio ambiente. É com este objetivo que nosso blog está participando da categoria "Sustentabilidade" do Top Blog. Contamos com você.
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Participe votando no selo que está na lateral direita. Boa sorte para todos nós!
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terça-feira, março 31, 2009

Via Verde: Amoras de meu quintal

Amoras de Meu Quintal


Hoje não vou falar sobre a amoreira. Vou apenas mostrar alguém - minha filha - se deliciando com uma vasilha cheia de amoras. Ela colheu essas amoras em nosso quintal. Vejam e fiquem com água na boca:








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terça-feira, março 03, 2009

Via Vida: Viajando e Conhecendo

Viajando e Conhecendo


Casablanca, Marrocos - África do Norte: Minha primeira viagem internacional, em uma excursão da Aliança Francesa.

Li um relato na Internet de um rapaz brasileiro que atravessava vários países em uma moto. Ele já havia percorrido uma parte do Irã. O Irã é um país diversificado, geograficamente falando. Há montanhas de neve, mar e deserto. Ele estava, segundo sua narrativa, "morrendo de calor" e com "uma sede terrível", pois vestia roupas desconfortáveis e sua água tinha acabado. Já quase sem forças, encontrou por acaso um posto policial onde foi socorrido. Deram-lhe água e informações. E ele ainda critica o “tom irônico” de um dos policiais ao lhe perguntar: “Você não sabe que está num deserto?”
Para as pessoas que querem dar a volta ao mundo de bicicleta, moto ou carro, por favor, façam um roteiro, pesquisem um pouco sobre os costumes e a cultura do local. E, não se esqueçam, não se conhece um povo em um dia ou em uma semana. Tudo bem, do ponto de vista turístico, do ver para ver, sem nenhuma pretensão de se adquirir maiores conhecimentos, apenas para se ver ‘o diferente’.

São viagens assim, sem a menor preparação, que se corre riscos, gasta-se tempo e dinheiro e não se leva ‘para casa’ nada além da aventura por si só. Sem um conhecimento prévio do local aonde se quer ir e, no caso do motoqueiro, do tempo ou da temperatura desse lugar, sem roupas adequadas e um bom estoque de água, a viagem fica cansativa e sem aquele recheio da aquisição de novos conhecimentos, vazio em se tratando da assimilação, mesmo supérflua, da cultura do local escolhido. São viagens apenas para ‘se rodar’; aventuras que, se bem programadas, podem ser prazerosas, divertidas e, claro, dar à pessoa muito mais conhecimento sobre os lugares por onde ela passa.

Em maio, na série sobre postais que estamos fazendo neste blog, falando sobre uma excursão que fizemos ao Marrocos, dissemos:

Foi o primeiro país muçulmano que conheci. Achei tudo diferente, mas, naquela época não tinha consciência da dimensão das diferenças culturais entre países de formações religiosas, raciais e históricas às mais diversas, como é o caso de Marrocos. Só percebia o que saltava aos olhos. As sutilezas só a convivência nos mostra. Há detalhes na cultura de um povo imperceptíveis aos mais jovens. É preciso certa maturidade. Maturidade que se adquire não apenas com o passar dos anos, mas através do saber que nos chega no vivenciar com outras pessoas, outros países, enfim, outros povos. Maturidade que não vem através somente dos livros lidos, porém no contato diário, na integração com as famílias, com o povo nas ruas, com os sabores e as cores do país.
É necessário que algum tempo se passe para que a "absorção" do que se vivencia comece a aflorar. Só assim as sutilezas das diferenças culturais começam a serem percebidas, vistas e compreendidas.” *



Comecei a ter a percepção dessas diferenças escondidas no inconsciente das pessoas quando morei por alguns anos em países tão diferentes do Brasil quanto os países da Ásia e, com outras diferenças culturais, da Europa.

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* ViaPostais 3: Marrocos Postado em maio de 2008.
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sábado, janeiro 03, 2009

Via Vida: Desfazendo nossas Árvores para o Início de mais Um Ano

Desfazendo Nossas Árvores



Início de dezembro. As festas de fim de ano se aproximam. Fazemos listas de compras, de presentes... Compras para a ceia de natal, para o réveillon... Presentes para a família, para os amigos, para os colegas de trabalho... e o amigo-secreto, não vamos nos esquecer, não é? Ahra... Meu vestido! Que brincos compro pra combinar com 'aquele' vestido lindo de morrer que já estou imaginando? E por aí vai...



Festas, sonhos, presentes, árvores de natal.

Árvore de Natal. Reunimos 'os de casa' e começamos: uma bola colorida aqui, outra ali, a estrela, o papai-noel, os presentes e os sonhos.

Sonhos. Qual foi meu sonho de natal? E o de fim de ano? O que fiz que não farei no ano novo? E o que pretendo mesmo fazer no novo ano?

Novo Ano. Ano Novo. Este ano "tudo vai ser diferente". Vou...

Vamos fazer juntos uma lista? O que vamos fazer ou não fazer este ano? Conto com suas sugestões.
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Desfazendo nossas Árvores

Árvores de Natal. Para muitos, um sonho. Ou para poucos? Não seria melhor escrever "para muitos, um pesadelo"? Por que "pesadelo"? Se em um país 'em desenvolvimento' a taxa de desemprego* em 2008 foi de 7,5%, quantos pais sofrem sem ter ao menos um pedaço de pão para dar aos seus? Quantos pais sofrem ao verem seus filhos 'espionando' as vitrines, as casas dos patrões, as mil e uma imagens de um natal feliz? E o que dizer daqueles que moram debaixo das pontes ou nas próprias ruas?

O que relatei não acontece só em países do 'terceiro mundo' ou em países como o nosso, querendo galgar o dito 'primeiro mundo'. Olhem as manchetes, com os olhos bem abertos: vejam o sub-mundo dos EUA ou de países europeus como a Inglaterra ou a França.

Já parou para pensar, "um minutinho que seja", sobre os 'esqueletos humanos ambulantes' que nem sonhos têm mais?

Desculpe, amigo/amiga, não tive como evitar essa 'reflexão pós-natal'. Nossas mesas foram fartas, nossos sonhos de consumo realizados... Mas, se o natal é um símbolo de Amor e de doação ao próximo, vamos, de vez em quando, parar para pensar no outro?

E aquela lista, vamos mesmo fazê-la juntos? Estou aguardando suas sugestões.

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*Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE).

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UM FELIZ ANO NOVO!
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terça-feira, novembro 25, 2008

Via Vida: Passeio na Chuva

Passeio na Chuva






Sábado. Uma pequena cidade.

Choveu muito durante toda a noite, a chuva parando só lá pela metade da manhã. Apesar da chuva no ar, o tempo estava ótimo, um leve frio nos refrescava. Na verdade era mais um frescor da chuva do que frio. Dava até para ficar sem agasalho.

Com aquele tempo bom, sem o calor que sempre fazia por lá, fiquei com uma vontade grande de andar pela cidade. Chamei meus companheiros de viagem - familiares e amigos - mas todos estavam ocupados. Queriam aproveitar o passeio jogando cartas ou jogando conversa fora. Disse que ia dar uma volta. "Leve uma sombrinha", alguém me falou, "pode voltar a chover". "É, você pensa que não está mais chovendo? Está chuviscando, bem fininho", retrucou outro. Não desanimei. Peguei uma sombrinha, dessas que se dobra - made in china? - e saí...

----------------------------------Meu Passeio

Como a cidade está calma, pensei. Que paz! Fui andando e ouvi alguns pássaros protestando, ao perceberem minha presença, voando e trocando de galhos. Olhei para eles, discretamente, para não assustá-los ainda mais. Deve ter algum ninho com filhotes, refleti.

Continuei meu passeio. Mais uns cem metros e um gatinho malhado de banco e preto passa correndo, atravessa meu caminho e desaparece entre o mato de um lote vazio.

Ouvi alguém cantando baixinho, acompanhado por seu violão. Ensaiando? - perguntei a mim mesma.

Mais um gatinho, dessa vez todo preto. Atrás dele corria um branco de manchas cinzentas. Eram filhotes brincando. Pulavam um sobre o outro, dando mordidinhas. Mordidas de carinho, como tapinhas que irmãos se dão em brincadeiras...

Continuei. Notei que uma leve garoa caía. Quase imperceptível.

As casas simples mas bem cuidadas tinham jardins com flores, dessas florzinhas fáceis de pegar, como a vinca, também chamada de maria-sem-vergonha. Pobre flor-mulher, pobres Marias. Não podem aparecer que logo são 'recolocadas' em situações subalternas quando não constrangedoras. Sempre, mas sempre mesmo, quando vejo essa flor, eu me recordo de uma outra pequena cidade
onde passei parte de minha infância. Por todos os lugares onde se ia havia alguma maria-sem-vergonha. Sempre colorida e linda.

Continuando meu passeio cheio de recordações, uma casa mais na frente me chamou a atenção. Era um sobrado, pomposo e moderno. Ouvi vozes vindas de lá. Quando passava bem em sua frente, percebi que um casal discutia. A voz feminina parecia tímida, quase choramingando. A masculina era alta, mas dava para perceber que a pessoa devia estar embriagada ou de ressaca das baladas da sexta-feira. Andei mais rápido por alguns segundos. Queria continuar em meu mundinho de paz que o passeio criara...

Mais um gatinho. Depois da praça avistei algumas pessoas que tiveram a mesma ideia e coragem que tive: caminhar, sem medo de se molhar.

Agora foi a vez de um pequeno, quase minúsculo cachorrinho. Correu em minha direção, como para me fazer medo. Vendo que eu não reagia, se afastou, entrando no jardim de onde havia saído.

De uma casa humilde, a mais simples que vi nesse meu passeio, ouvi vozes. Cantavam, riam, pareciam bem alegres, contentes.

Foi inevitável esse pensamento: De uma casa, aparentemente habitada por pessoas bem sucedidas, financeiramente falando, vem brigas, discussões, infelicidade. De uma outra, que mostra ser de pessoas simples, sem muitos bens materiais, saem cantos, risos, alegria... Realmente, a felicidade está dentro de cada pessoa. Não mora em casas, sejam elas modestas ou suntuosas. Mora dentro de quem as habita, fazendo de cada casa um palácio ou um casebre, independente de ser rica ou pobre.

Sim, é aí que mora a felicidade, aí, bem dentro de cada um de nós. Aí, bem dentro de você. Simples assim... É só saber encontrá-la. Problemas? Todos nós temos. Seja de ordem financeira, de saúde, com filhos... Não podemos correr deles, mas podemos deixá-los de lado, por alguns momentos, vivenciando pedacinhos de nosso dia a dia com força, coragem e alegria. Seguindo e vivendo a vida, sem deixá-la passar adiante de nós. Podemos vez ou outra sair na chuva e caminhar, deixando o tempo bom penetrar em nossa alma e nos fazendo mais felizes. Podemos nos alegrar com o canto de um pássaro, com a alegre brincadeira de um animalzinho ou com a beleza de uma flor. Podemos, sim, ter momentos de felicidade, mesmo nadando em problemas.

Apressei meus passos. Já dava para sentir o chuvisco fininho da chuva que voltava.



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Escrevi "Passeio na Chuva" sábado passado, depois de 'meu passeio na chuva'. Realidade e ficção. Crônica? Ou um miniconto? 

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terça-feira, setembro 16, 2008

Via Vida: Interneteando

Meios de Comunicação


Os meios de comunicação, principalmente a Internet, fizeram acontecer as previsões de McLuhan. O mundo tornou-se mesmo uma grande aldeia. Podemos nos comunicar com pessoas do outro lado do mundo, em questão de segundos.

A Internet e o planeta

Na Terra há diamante, ouro e prata. Há rios de águas límpidas e transparentes, florestas, flores. Há o Belo, mas há também o bicho homem (homem no sentido genérico da palavra). É um bicho imprevisível: às vezes doce, meigo, incapaz de fazer mal ao meio onde vive. Porém, quando quer, torna-se um bicho selvagem, não sabendo pensar além do próprio umbigo. E, nesses momentos, é uma ameaça. E que ameaça! Que todos os outros animais corram, rápido, porque senão o bicho homem pode pegá-los...

A Internet é um reflexo da terra, com tudo que tem de bom e de ruim. Pior: foi feita por aquele bicho.
Aquele bicho ora bondoso e consciente, ora inconsequente, desastroso, com uma cabeça vazia.

As boas e as más vias da Internet

A Internet veio mesmo para transformar o mundo em uma grande aldeia. Uma cidade onde podemos conviver com boas e más companhias. Em boas e más vias. Estas, com todo tipo de armadilha.

As redes sociais

Como em todas as vias da Internet, nas redes sociais pode-se ver um pouco de tudo. É o lugar preferido por pessoas que aprenderam a cuspir, jogar lixo e até se despir nas ruas. É o lugar onde imperam as bobozeiras. Infelizmente, é o lugar preferidos dos jovens. Para se escolher por onde navegar são necessárias horas diante do computador. Quando não se tem tempo para isso, o melhor a fazer é nem mesmo passar pelas ditas redes. Era o que fazíamos. Até sermos convencidos do contrário. Foi conversando com jovens que decidimos entrar e "curtir". Entrar para tentar fazer a diferença. Muitas pessoas, que também podiam "fazer a diferença" têm um certo receio; e com razão. Mas, por que não tentar? Por que não "arregaçar as mangas", exatamente como fazemos para trabalhar? Em prol de nossos jovens, façam isso! Levem um pouco de seus conhecimentos, de suas experiências para as ruas, quer dizer, para as redes sociais. Vamos fazer a diferença, educando e conscientizando? Boa sorte a todos nós.

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terça-feira, setembro 09, 2008

Via Vida: Ana Branco e seu BioChip

---------------------------------- Florindo e Frutificando

Ana Branco e seu BioChip

Cabelos brancos, sorriso solto, olhar-que-enxerga-longe, simplicidade total: essa é a descrição de uma grande dama do cenário nacional. Seu nome: Ana Branco¹. O que faz? Ou melhor, o que faz e acontece? É Professora do Departamento de Artes e Design da PUC-Rio. E daí? E daí, que ela faz. Faz de manguezais, de favelas e de feiras, suas salas de aula. Instrui alunos e comunidades. Instrui e orienta; orienta e divulga pesquisas sobre a Vida. Pesquisa cores, sabores, odores, enfim, o DNA de frutas, hortaliças e sementes. Criou o BioChip:

"Biochip é um grupo aberto de estudo, pesquisa e desenho, que investiga as cores e a recuperação das informações presentes nos modelos vivos: hortaliças, sementes e frutos. A pesquisa Biochip encontra ressonância e analogia com a prática da Agricultura Ecológica em relação à Terra. Na agricultura convencional, quando uma lagarta come uma planta, ataca-se a lagarta para se defender a planta. Na prática ecológica, ao invés de se agir diretamente na planta, o que é trabalhado é a Terra, o ecossistema, a base onde a planta busca seus nutrientes. Quando o solo também está vivo, a planta pode buscar seus nutrientes com um mínimo de esforço, absorvendo nutrientes, já decompostos pelo metabolismo da Terra."²

A Professora Ana Branco torna comum, "universaliza" suas idéias e suas pesquisas. Faz da universidade uma verdadeira Universidade. Que nasçam e venham outras Anas! O Brasil agradecerá e as receberá de braços abertos.
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Nota: Na próxima sexta-feira, dia 12, daremos uma receita de Ana Branco chamada Suco de luz do sol.
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¹Ver Ana Branco :
²Ana Branco - Apresentação (mesmo site)
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sábado, julho 26, 2008

Via Vida: Educar É Preciso


Educar é preciso...
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Conversando com pessoas de diferentes camadas sociais, percebemos a falta que faz uma educação de qualidade. Percebemos também como as escolas estão ainda tão deficitárias  Como nosso sistema educacional precisa de pessoas engajadas em educação básica, que pensem em como melhorar os programas educacionais, aperfeiçoando alguns e acrescentando outros.

Precisamos de escolas que engajem a família como um todo, educando não só crianças, mas todos os adultos da família: mães, pais, tios, enfim, todos que, de um certo modo convivem com os pequenos.

Quantos pais, com palavras negativas, não sufocam sonhos? Ou interrompem o desenvolvimento social, familiar e, muitas vezes, o ideal de uma criança? Quantos não desestimulam um garoto ou garota que tem tudo para ser um grande profissional, uma grande pessoa. Pessoa no sentido amplo da palavra, como criatura humana e humanitária.

Quantos pais não podam, ainda na raiz, sonhos realizáveis, com palavras indevidas e negativistas. Culpa deles? Como, se aprenderam assim? Como são culpados, se também foram marginalizados e cresceram no vai e vem da vida?

Precisamos de Escolas com E maiúsculo. Uma Escola. Não um criadouro, uma gaiola, um faz-não-faz.

Precisamos de Escolas. Escolas com uma infra-estrutura que apoie a família e a comunidade onde está inserido aquele que será o representante de nosso amanhã: o aluno.


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Fotografia: "Criança subindo" - Foto de Rafieh P.


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terça-feira, maio 13, 2008

Via Natureza: Torres e Antenas










A paisagem de nossas cidades e de nossas estradas está mudando. Ou melhor, mudou. Há torres por todos os lugares. No meio de uma bela paisagem, dessas de paraíso, com diversos tons de verde, o que aparece, surgindo do nada? Do nada? Não, não, surgido do dinheiro das vendas de milhões de celulares. As empresas se multiplicam na mesma proporção das aparelhinhos. Todo mundo tem um. Há até aqueles que fazem coleção. E o que dizer dos "chips"?

Como gostaria que os dados das pesquisas sobre aquecimento global fossem mais divulgados. E como as torres e as anteninhas dos celulares contribuem para isso.

Empresas e consumidores, vamos pensar mais na perpetuação da vida do planeta Terra? Se nosso planeta adoece, adoecemos juntos.

Não ao consumo exagerado. Não à poluição do meio ambiente. A vida em primeiro lugar. S.O.S. ao bom senso! A vida do planeta pede socorro. Help! Help!

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domingo, maio 11, 2008

Via Vida: Amizade é Confiança

Orquídeas do Jardim Botânico de Brasília
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Sempre, ao nos lembrarmos de alguém, um outro sentimento antecede a lembrança. Ele sempre está lá, embora às vezes imperceptível, como um alerta. É este sentimento que abre o caminho da lembrança. É ele que irá transformar essa ou aquela recordação em algo bom ou ruim, com um doce sabor ou insosso, sem sal, ou mesmo amargo, com um gosto ruim de ´não quero mais`.

Esse sentir desbravador tem um nome: confiança. É ela, a confiança, que define o grau da amizade. Ou a falta dela.

O que faz desaparecer a confiança? A mentira, o engano, a traição? Com certeza sim.

O maior exemplo de amizade e confiança? A amizade e a confiança de uma mãe ou de um pai. A amizade de nossos pais é feita de confiança porque foi cozida com amor, atenção, compreensão e carinho.

A amizade se alimenta de boas lembranças: um sorriso, um aperto de mão ou um abraço sinceros; um elo familiar, desses que nos deixam à vontade, sem nada esconder, confiantes; uma alegria em saber que iremos mais uma vez ver aquela pessoa para nós tão especial.

A amizade se faz através da confiança porque ela, para mim, é sinônimo de confiança.

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sábado, maio 03, 2008

Via Viajando nos Sabores: Alimentação Saudável


.....Nos tempos de colesterol alto, hipertensão, índices elevados disso e daquilo, nada melhor que adquirirmos hábitos saudáveis à mesa. Aqui em casa sempre tivemos essa preocupação. Tanto que arrisco de vez em quando uma nova receita, criada por mim, claro. A da vez é uma com abacate. Já foi até batizada de Maionese Tropical. Vamos à receita?


Maionese Tropical

Ingredientes:
  • Meio abacate
  • Milho verde cozido (uma espiga ralada ou cortada)
  • Suco de meio limão
  • 2 dentes de alho (opcional)
  • 1 colher rasa de chá de sal ou à gosto
  • 1/4 de xícara de água
Preparo:

Bater tudo no liquidificador, até ficar cremoso.
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Sugestão: Servir com alface picada.
Variação: Você pode fazer só com abacate, limão sal e azeite. É aquela receita tradicional.
Porções: Para 3 ou 4 pessoas.
Nota: Não é necessário azeite ou óleo porque o abacate é uma fruta rica em gordura. Seu óleo é tão bom quanto o azeite de oliva: previne o aumento do colesterol vilão (LDS) e mantém os níveis do bom colesterol (HDL). Ele é, ainda, antioxidante e possui vitamina E e potássio. (Fonte sobre as propriedades do abacate: Guia Completo de Nutrição - Saúde! é vital, Editora Abril, p. 79.)
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Mais maionese leve e saudável? Sabem aquela receita do pacote de soja? - por sinal, uma delícia. Gostei tanto que criei uma outra baseada nela:

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Maionese de Cenoura e Soja
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Ingredientes:
  • 1 xícara de soja cozida
  • 1 iogurte natural
  • 1 copo pequeno de cenoura ralada
  • 2 dentes de alho
  • 1/4 de azeite de oliva extra virgem (ou mais se preferir)
  • Sal a gosto
Preparo:
Bater no liquidificador a soja, o iogurte, a cenoura, o alho e o sal. Acrescentar aos poucos o azeite, batendo sempre até ficar cremoso.
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Variação: Substitua o iogurte por limão. Só que a quantidade de azeite será maior.
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A receita do pacotinho (não me peça a marca):

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Maionese de soja
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Ingredientes:

1 xícara (chá) de soja cozida e sem casca
Limão

Alho a gosto
Sal a gosto
Azeite de oliva

Preparo:

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Colocar no liquidificador o soja com o alho, o suco de limão e o sal. Ligar o liquidificador na velocidade mínima e acrescentar aos poucos o azeite de oliva até ficar um creme consistente.
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Nota: Não há a quantidade dos ingredientes.
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Está correndo do óleo? Por que não experimentar receitas sem óleo? Aprendi a fazer quando minha filha era pequena. Acho que foi na revista Saúde (Saúde! é vital, da Editora Abril: comprava essa revista todo mês; é ótima!) Serve tanto para carnes como para legumes. Veja como é fácil:

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Cozinhando sem óleo

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Em uma panela coloque:
  • Um copo d'água
  • Temperos de sua preferência (cebola, alho, cheiro verde, orégano ou o que você gostar e de acordo com o que você vai fazer)
Deixe cozinhar em fogo baixo, com a panela tampada, por dez (10) minutos. Acrescente o que você vai cozinhar. Vá virando até mudar de cor - de 1 a 2 minutos. Só então coloque o sal. Dependendo do ingrediente que você colocou, acrescente mais água (quente). Deixe cozinhar, sempre com a panela fechada e...bom apetite!
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Notas:
  • O segredo de cozinhar sem óleo está no momento certo de colocar o sal: deixe que a comida pegue o gosto dos temperos e somente depois acrescente o sal.
  • Nos primeiros dez minutos o fogo deve ser realmente baixo. Sabe aquele baixo, no sentido contrário, como se fôssemos desligar o fogo? É para o gosto dos temperos ficar na água.
  • Qualquer prato feito assim fica com sabor de "cozido no vapor".
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terça-feira, abril 29, 2008

Via Postais: Introdução

Postais


Nas décadas de 70 e 80 ainda era comum o envio de Cartões Postais para a família e os amigos, principalmente quando viajávamos. Tenho uma coleção deles. Além daqueles que tenho, recebidos de colegas e familiares, pedi "emprestado" para minha mãe e meus irmãos alguns que lhes enviei. Vamos fazer uma viagem no tempo através de postais? Inicio hoje a Série Postais.

Serão relatos e impressões de fatos de e em viagens. Não vou seguir a ordem cronológica dos acontecimentos. Nem mesmo caminhar em algum sentido. Simplesmente viajarei nas asas de minhas lembranças. Serão flashes de idas e vindas aqui e ali. Aqui, neste “continente” que é nosso gigante país. Ali, em diversos países por onde passei.


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Postal enviado para minha mãe relatando a atraso de seis horas de um voo, no Galeão.

Aeroportos

Não poderia deixar de falar, em primeiro lugar, sobre... os aeroportos. Passei por aeroportos de diversos países e ainda guardo na lembrança, apesar de já terem se passado quase trinta anos, de um super chá-de-cadeira. Talvez tenha ficado na memória por ter acontecido justamente em minha primeira viajem internacional. Não sei. De qualquer modo, ficou como um aviso para programarmos bem os horários, em se tratando de viagens, aviões e aeroportos. Mas, aonde foi mesmo o ocorrido? Na África? Na Ásia? Na Europa? Como gostaria de dizer que sim! Mas não vou mentir. Até mesmo porque consta no postal que enviei para minha mãe - era ainda uma quase adolescente - avisando sobre o ocorrido (ver foto acima). Sim, foi aqui mesmo, no nosso Galeão, onde passamos mais de seis horas esperando o bendito voo.  Dizia: "Até agora tudo bem, apesar de um contratempo que houve no Rio, pois o avião atrasou seis horas (...)".

Chamei de "contratempo" mais de seis horas no aeroporto. Tinha paciência... Era jovem.

Conclusão: O problema dos aeroportos não é de hoje.

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Marrocos


Foto por mim tirada do alto de um andar do hotel onde estávamos, em Marrocos.

Marrocos – Dessa viagem com os alunos e professores da Aliança Francesa, tenho de Marrocos a lembrança de pessoas, dos mercados (medinas), das mulheres com thador – aquele véu longo, tipo manta - e dos homens com turbante. Voltarei ao assunto.Fotos: Em sentido horário: 1- Vista de Casablanca; 2- Eu, "clicando" (tirei essa foto em frente de um espelho); 3- Com minha inseparável câmera; 4- Em frente ao Hotel Casablanca, em Marrocos.
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segunda-feira, fevereiro 11, 2008

Via Natureza: Esponjinha ou Caliandra do Cerrado



Esponjinha  ou caliandra do cerrado - Foto tirada em julho de 2007 no Zoológico de Brasília-DF.

Errata: Não sei por qual motivo (talvez pressa, quem sabe) a foto acima não saiu na postagem de sexta-feira passada junto com a mensagem de bom weekend. Mas, nunca é tarde para se apreciar o belo, não é mesmo?

Como em todo erro aprendemos; fiz esses versos:

Há tempo para brincar e há tempo para trabalhar
Há tempo para errar e há tempo para consertar
Há tempo para sonhar e há tempo para viver
E no sonhar e viver há tempo para amar


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quarta-feira, janeiro 30, 2008

Via Vida: Para Refletir e Viver

Rosa vermelha de meu jardim

Pedalando minha bicicleta-que-não-anda, ouvi as notícias desta manhã. Uma em especial me chamou a atenção: Um  senhor acorda depois de dezenove anos na UTI e seu cérebro funciona como antes. Feliz, consegue se lembrar de tudo antes do coma e vê que ritmo da vida mudou, que seus filhos cresceram e que já tem onze netos.*

Agora reflita comigo:

Mesmo depois de anos e anos em coma a vida não parou, continuou... Porque a vida não pára.
Praticando o bem ou não, a vida continua, nossos cabelos embranquecem, nosso corpo se curva diante do tempo que passa. 
E seguindo para o além, além desta vida, deixamos nossos rastros, nossas marcas, nossas impressões digitais nas mínimas ações do dia a dia:

Em uma canção de ninar

Em uma palavra amiga

Em uma música tocada ou cantada com as mãos ou a voz do coração

Em um cafuné na cabeça branca de nossos avós

Em um elogio para aquele tio ou aquela tia

Em um prato feito com carinho

Em uma flor oferecida com um sorriso

Em um "Eu te Amo" dito a alguém querido

Em um beijo dado em quem amamos

Em um “Bom-Dia” dito com alegria, a conhecidos ou desconhecidos e que enche a alma de quem o ouve, colocando sorrisos em seus olhos

Viaje com a Vida. Como? Amando, sorrindo, distribuindo carinho aos seus, para que, ao acordar, com cabelos brancos, você também possa dizer: Como é Bom Viver.

Um Bom Dia!

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* Um polonês surpreendeu os médicos ao acordar de um coma de 19 anos. Disse DEZENOVE anos. Não é mesmo espantoso? Ouvi essa surpreendente história no Bom Dia Brasil - noticiário matinal da TV Globo - enquanto pedalava uma bicicleta ergométrica. Não pude deixar de, logo depois, escrever o texto "Para Refletir e Viver". Veja sobre o coma do senhor polonês em: http://noticias.terra.com.br/mundo/noticias/0,,OI1663133-EI8142,00-polones+acorda+apos+coma+de+anos.html

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