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When Truth Comes from Nature




When Truth Comes from Nature

The Declaration on Climate Information Integrity launched at COP30 is more than a document: it is an ethical umbrella.


The day always begins according to the way we look at it. When I open the window slowly, the azalea is the first to respond — blooming as if reminding me that it is still worth believing. Over the years, I have written these small epiphanies — flowers, birds, rains, solar halos, jambeiros — as discreet notes from the Earth. Today I see that each one was preparing me for a time when listening to nature became a political act.


I once found a bird singing from a dry bush. That kind of song that feels like good news, even when the branches are tired. I remembered this now, at COP30, while the world tries to choose the right words to defend something that shouldn’t need defending at all: the planet is warming. The bird sings despite the drought; we sing despite the noise. But someone keeps manufacturing shadows so many cannot see the whole tree.


Because it isn’t just misinformation — it is disorientation.


People doubting the rain falling on their own roofs.


People trusting anonymous videos instead of exhausted scientists.


People calling the planet’s fever an exaggeration while forests burn and cities drown.


And I think of the solar halo I once photographed, in a rush, without filters, astonished by its precision. A perfect ring drawn by sunlight, making even an airplane look small. Looking at it today, I understand: that circle was also a message — look upward, look closely, the universe doesn’t lie.


The jambeiro’s hidden flowers taught me that some beauties only appear up close. Science is like that too: it requires patience, proximity, humility. It does not coexist with shortcuts or fabricated certainties. That’s why it hurts to watch lies spread faster than any storm — storms that are now more frequent, violent, unpredictable.


And speaking of storms: the soft rain that woke Brasília one night — that perfect serenade falling drop by drop — also fell for over a month. Rains that uprooted trees, rains that made the sky vibrate, rains that prove the atmosphere responds to what we do to it. This is not theory. It is reality happening above our heads.


But while nature speaks loudly, someone whispers lies into the collective ear.


It happened during the pandemic — remember? While doctors fought for lives, fake cures circulated, false promises, dangerous narratives. Some died not from the virus, but from misinformation.


Now the pattern repeats.


That is why the Declaration on Climate Information Integrity launched at COP30 is more than a document: it is an ethical umbrella. A commitment to protect not only the climate, but the truth — the essential element that sustains any future whatsoever.


The UN was clear: without truthful information, no climate target will be met.


And perhaps the love we feel for plants we name, for birds we listen to, for rains that cradle our nights, may help us resist the noise of lies.


After all, misinformation is also pollution.


And truth, spoken clearly, is a cleansing wind.


So I open this window, inviting in the bird’s song, the halo light, the jambeiro flowers, the soft rain.


Everything that is real. Everything that is alive.


And I repeat, planting the words like seeds:


defending information integrity is defending the Earth itself.


Without it, no flower can truly bloom.


The azalea, the bird, the solar halo, the jambú tree and the rain — texts from my blog (2011, 2013, 2014, 2015) — all say the same truth: climate change is real. See the posts listed in the references.


References:

¹ “The day begins according to your gaze”: originally published on Facebook (2014) and on the Multivias Blog (2021).
² “The bird’s song on a dry shrub”: “Via Natureza – The Song of the Bird” (2015).
³ Photograph of the Solar Halo: “Via Natureza: The Sun at this Moment” (2011) and “Via Natureza: World Environment Day” (2014).
⁴ “The jambú tree blossoms”: “Via Natureza: Jambú Tree Flowers” (2014).
⁵ “The serenade of the rain”: “Via Natureza: Rain in Serenade” (2013).
Global climate disinformation:
 • IPCC — Intergovernmental Panel on Climate Change
⁸ Declaration on Information Integrity – COP30 Declaration (2025):
 • Climate disinformation at the center of geopolitics: COP30 presidency leads global efforts on the issue (COP30)
 • Interview with the COP30 Special Envoy for Information Integrity (YouTube – UN News)
 • Declaration on Information Integrity on Climate Change (UNESCO)
 • COP30 Envoy explains work against fake news and describes how climate denialism operates (O Globo – COP30 Amazon)


 #EarthVoices #EnvironmentalChronicle #GlobalActionNow

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Leia o Manifesto Vozes da Terra à COP30 no dossiê Vozes da Terra👇🏼

🌿 Série Vozes da Terra – Blog Multivias | #COP30


Crônicas da Série Especial COP30 - Blog Multivias:

1- O Último Pé de Pequi?

2- Macaúba, uma 🏝️ contra o aquecimento global

3- Quando o calor altera o futuro

4-O Balão Dirigível da Terra

5-Véspera da COP30: Um olhar do Cerrado

6-COP30: El Arcoíris de la Tierra

7-COP30: The Earth’s Rainbow

8-COP30: O Arco-íris da Terra

9-COP30: As mulheres e o trabalho invisível que sustenta o futuro

10-When Truth Comes from Nature

11-Cuando la Verdad Viene de la Naturaleza

12-Quando a Verdade Vem da Natureza

13-Mulheres, Biomas e o Tempo que Acabou de Acabar

14-COP30 en Belém: calor, bosques y la tierra que nos sostiene

15-COP30 (Parte 1): Calor, Florestas e a RAIZ do Problema

16-COP30 (Parte 2): O futuro começa com a verdade


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