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| Eu no Irã em 1979 |
Copa 2026, Pelé e Irã
A Copa se transformou em uma vitrine de marketing e estratégias comerciais. O que deveria ser uma festa do futebol agora se mistura com os jogos de apostas, onde muitos apostam suas esperanças e dinheiro, perdendo de vista a essência do esporte. Entre marcas e big techs, a magia do futebol parece ofuscada.
Essa reflexão me leva a recordar minha experiência única e transformadora no Irã, onde vivi no final da década de 70 e início dos anos 80, em meio a um período tumultuado marcado por revoluções. Ao chegar em Teerã, eu era uma estranha em uma terra desconhecida, sem falar uma palavra de farsi. O que me salvou? A mímica, a linguagem universal que se tornou minha companheira.
Logo percebi que a barreira do idioma poderia ser quebrada de outra forma: através do futebol. A cada canto que eu passava, era recebida com um caloroso “Pili”, como os iranianos pronunciavam Pelé, na tentativa de falarem o nome de nosso eterno rei do futebol.
Copa, Pelé e Irã
Leia a crônica Recordações de Um País Distante - II, escrita em 2009, neste blog, sobre minha experiência em solo iraniano em:
Via Postais: Recordações de um País Distante - II
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#Pelé #Garrincha


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