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terça-feira, fevereiro 01, 2022

Poemas para a Terra

 

Tempestade normal  É natural  Tempestade feroz  É natureza ferida


Escrevi “A Terra quer paz “ vendo as chuvas fortes destes últimos dias, com muitas pessoas desabrigadas, desaparecidas e até mortas. Que a paz da canção de Gilberto Gil chegue até nós para também invadir nossos corações. 

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A Terra quer paz 

Tempestade normal 
É natural 
Tempestade feroz 
É natureza ferida

É fera sem moradia 
Escuridão sem melodia 
É chuva sem harmonia 

Ventos cortantes
Plantas açoitam 
Vidas desabrigam

A Terra quer paz
A Terra pede paz
A Terra precisa de paz 
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Ao acordar do dia Nuvens tempestivas Voam e passam


#poemasparaaterra

#tempestade #meioambientebrasil #chuvasfortes #poemas #poesia #mulheresqueescrevem #naturezaemfotosluisan 




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sábado, setembro 25, 2021

Cantata serenata

 Chuva Fina


Choveu! Choveu, gente! Choveu em Brasília! Uupiii!!!


Enfim a chuva veio. Chegou dia 24 de setembro, mas chegou.


Ontem anoiteceu chovendo. Primeiro, uma chuva forte. Depois uma chuva pinga-pinga, dessas de cantar cantarolando e ninando em serenata, bem baixinho. 


Foi uma alegria geral. 


Agora, sim, o cansaço vai embora.  Ninguém tinha mais disposição pra nada. Era só calor e seca. Parecia que o mundo estava em fogo.  


A chuva veio e trouxe risos, cantos. Nem a luz indo embora abalou nossa alegria.  Sim, aqui é assim. A energia tem medo de chuva. É só trovejar que a eletricidade dá no pé. 


Pois é, choveu. Agradecemos rindo e cantando. Minha filha até leu um poema, quando a chuva já estava fininha, aquela chuvinha de serenata. É o poema “Chuva fina” de meu livro “Letras Falam”. 


E você, gosta de dormir com uma chuva fina? Aquela chuvinha de serenata? Conta aqui! E na próxima chuva fina, a noite, cante e leia poemas para as gotinhas que caem na calçada, nas janelas, nas folhas. Cada pingo, um som. Como uma orquestra tocando baixinho. Cante também. A natureza agradece trazendo uma brisa bem gostosa, para um sono ainda melhor. 


Minha filha trocou uma palavra, sem querer. Você consegue descobrir qual foi a palavra?



Poema “Chuva Fina”, na voz de Rafieh Panah 



Uma ilustração do livro “Letras Falam - Poemas (Ilustradora: Nina Cordeiro). 





Leia o livro Letras Falam - Poemas em:


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Agradeço de coração a todos que por aqui passam. Já ultrapassamos um milhão e mil visualizações. Obrigadaaaaa!!!!!!!
 🙌🏼🙏🤗🙏🙌🏼🙏🤗🙏





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sexta-feira, setembro 03, 2021

Certificado de Reonhecimento do Literatura já




Existe um espaço amante da literatura, onde sua idealizadora declama poemas e lê crônicas, contos e outros textos literários com muita sensibilidade e, nota-se, com amor e carinho pelo que faz. 

Literatura já, coordenado pela escritora Joyce Nascimento está no YouTube, no Spotify, no Instagram e outros locais, apresentando a cada semana o trabalho de diferentes autores. Neste mês de setembro tenho a honra de ser uma das participantes, ao lado dos escritores Adriana Manduco, Daí Darc, Leonardo Davino e Reinaldo Fernandes. 

Gratidão é o que sinto 🙏

Poema O Tempo, de Luísa Nogueira 

Voz: Joyce Nascimento https://www.instagram.com/nasci_joyce/ Produção: jogogplay https://www.youtube.com/c/jogogplay Canal Literatura já! 

 https://www.instagram.com/literatura.ja/




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segunda-feira, outubro 17, 2011

Via Versos: Metamorfose


No balançar lento do tempo
Em alguma árvore
Em alguma folha
Um casulo
Metamorfoseado acorda
Crisálida - ninfa da vida

No transformar do hoje
No transformar do agora
O casulo
Já cansado e sem forças
Resurge em um arco-íris de cores
Ser alado - borboleta multicolorida

No dançar lento das águas
Em meio à imensidão dos mares
Em algum lugar negro e tranquilo
Nas entranhas de uma concha
Surge uma gota-raio de luz
Madrepérola - nácar róseo da vida

No transformar do hoje
No transformar do agora
A madrepérola
Envolta em finas camadas de nácar
Resurge em uma jóia rara
Pérola neta - perfeita e pura

No balançar e dançar do vento
Ou na inércia aparente do tempo
O transformar da vida
Casulos
Madrepérolas
Seres alados
Pérolas netas

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segunda-feira, agosto 01, 2011

Via Versos: Quando o Vento me Levou

O sopro de uma brisa passou
Balançando, balançando me levou
Teus braços me abraçaram
Em um embalo me ninaram

Quando o vento me levou
O teu corpo me abrigou
Como a melodia do acalanto
De um ninar em canto 

Quando o vento me levou...

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Vimos durante alguns dias essa pena de pássaro em nossa mussaenda-vermelha. Com ela veio a inspiração para esse pequeno poema, sem nenhuma pretensão literária. Ele poderia figurar na Via Natureza ou na Via Vida.  É a vida na natureza; é a vida também imitando a natureza.

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quinta-feira, agosto 14, 2008

Via Versos: Quero Ser



Quero Ser

Quero ser um céu sem nuvens
Para o mundo nele voar
E nos sonhos idealizados morar

Quero ser um mar azul
Para nele o mundo navegar
E no encontrar viajar

Quero ser um hino de vitória
Para ele o mundo cantar
E a Paz comemorar

Quero ser o querer e o poder
Para no mundo o afeto espalhar
E no amor brotar e frutificar

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Escrevi ontem, viajando... entre uma cidade e outra. Não importa o nome das cidades. O importante é que estava "na estrada", me direcionando a algum lugar deste nosso planeta.
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segunda-feira, fevereiro 11, 2008

Via Natureza: Esponjinha ou Caliandra do Cerrado



Esponjinha  ou caliandra do cerrado - Foto tirada em julho de 2007 no Zoológico de Brasília-DF.

Errata: Não sei por qual motivo (talvez pressa, quem sabe) a foto acima não saiu na postagem de sexta-feira passada junto com a mensagem de bom weekend. Mas, nunca é tarde para se apreciar o belo, não é mesmo?

Como em todo erro aprendemos; fiz esses versos:

Há tempo para brincar e há tempo para trabalhar
Há tempo para errar e há tempo para consertar
Há tempo para sonhar e há tempo para viver
E no sonhar e viver há tempo para amar


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