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Semana da Mulher com Leitura e Solidariedade

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Descontos de lançamento  Dois fatores foram essenciais para o lançamento do livro Balbúrdias na Quarentena vir com um cupom de desconto que poderá ser utilizado para você doar para quem está em situação de vulnerabilidade social: 1- O número de contaminados e de mortos pelo coronavírus aumentou muito. Estamos vivendo dias nunca imaginamos por nenhum de nós.  2- O desconto especial que seria dado para as primeiras 10 pessoas que fossem ler o livro, diante da atual situação não faria sentido. Por quê então não ampliarmos os dias de desconto e ao mesmo tempo deixar o leitor decidir por uma doação? Explico: ao pedir o livro, você poderá ou não usar o cupom de desconto. Com o cupom, o desconto será seu. Sem o cupom, o mesmo desconto ficará retido para uma das três ONGs cadastradas. São entidades idôneas que auxiliam famílias e pessoas de um modo geral em suas necessidades básicas. Se antes, ações solidárias já eram necessárias, imagina agora, durante essa pandemia devastadora....

Máscaras salvam

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Vou continuar de quarentena e de máscara. A pandemia do coronavírus não acabou e as máscaras salvam.  Por quê tanta gente sem máscara? Em filas, sem distanciamento, juntos como se estivessem em uma festa, com abraços e beijos. E ainda com críticas a quem respeita as medidas de proteção?  Não falo somente das pessoas nas ruas, o noticiário mostra em todos os lugares a desobediência às orientações de segurança. A desculpa “eu não sabia que estava com covid” virou bordão daqueles que  não pensam no bem estar do outro, seja amigo ou familiar, quanto mais pelos desconhecidos que por eles passam.  Uso máscara porque te respeito. Fico distante porque te respeito. Quando uso máscara estou pensando não apenas em mim. Penso em quem poderia se contaminar se hoje eu tivesse tido contato com alguém com o vírus. Faço minha parte, sigo as recomendações dos profissionais de saúde. Eles sabem como é difícil e angustiante ver todos os dias pacientes com dificuldade respiratória. Eles ...

Na quarentena a vaidade pode esperar

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Onze meses. Sim, dia 14 de fevereiro completo onze meses de angústia, de medos, de insegurança. Onze meses escondida de tudo e de todos. Com medo de um serzinho minúsculo e invisível que poderia - e pode, estar colado na roupa, nas mãos ou em qualquer parte do corpo  de amigos, de familiares, de entregadores. Ele pode estar até nos produtos recebidos por delivery de supermercados e de farmácias e rapidamente se fixar em nós. O serzinho do mal pode também vir colado em sapatos de quem diz não ter receio dele e passeia por aí, vai em festinhas e anda nas ruas como se tudo continuasse normal. Pode  passar pelo ar respirado daqueles que não veem ou não querem ver os hospitais e cemitérios cheios. Insensíveis a dor do outro, ajudam na transmissão do vírus em todos os lugares por onde passam. Mesmo sabendo que pessoas de sua própria família podem ser vítimas de sua insensatez. Como disse a uma amiga, eles utilizam a máscara no lugar errado, usam no cérebro. E assim, por culpa de pes...