Férias, eu??????????? Quem me dera!!!!!!!!!!!!!!! Estou mesmo é no meio de latas de tinta, argamassa e pedras, muitas pedras... Parodiando Drummond, "no meio do caminho tinha" (e tem) uma reforma. E variadas listinhas 'dus materiau', com seus respectivos personagens, claro.
Esta pausa não é para falar de 'obras' ou coisas do gênero e sim do bom 'peneirado' no mês mais doce do ano, maio, o mês das mães, das noivas, da flor-de-maio e... 'meu' mês. Nasci no início, dia dois... Este ano, desde o final de abril que os presentes começaram a chegar. Querem ver?
Meu primeiro presente de aniversário caiu do céu, ou melhor, do Facebook. Fui avisada que meu nome tinha sido incluído no grupo Amigos do Avareté. Quem participa de alguma rede social sabe que convites para participar de grupos ou de comunidades é que não faltam, nos deixando muitas vezes em saias justas, sem saber como nos desvincilhar de um ou de outro... Fui conhecer o Amigos do Avareté, querendo que fosse realmente algo bom. Bingo! Amei o grupo. Foi criado pelo grande Márcio Maracajah. Como ele diz, "Há alguns anos Joaquim Assis, fundador e regente do Coral Avareté, criou uma lista de admiradores do coral para serem notificados sobre as nossas apresentações. Esta lista ficou conhecida como Amigos do Avareté. O objetivo da criação deste grupo é de expandir a função original desta lista e facilitar a comunicação e integração dos nossos amigos." (Marcio Maracajah). É também dele a seguinte informação: "O Coral Avareté foi criado em 1977 por alguns integrantes do Coral Israelita Brasileiro que se reuniam antes do início dos ensaios para cantar um repertório variado, sob a direção de Joaquim Assis, na época assistente de Isaac Karabtchevsky, seu então regente. Após a saída de Joaquim, uma parte do grupo o acompanhou, fundando o Corinho, nome dado em alusão ao pequeno número de seus integrantes que contrastava com a grande dimensão do Coral Israelita (150 coralistas). Mais tarde, o Corinho mudou seu nome para Avareté, expressão Tupi para Arte que significa “feito com vida”." E viva a música feita com vida, digo eu...
A segunda alegria veio também através da música. Encontrei algumas 'fitas' - para quem não sabe, as fitas antecederam os CDs - que costumava ouvir enquanto estudava. Entre elas algumas com Joan Baez. Foi aí que tive a ideia de procurar trabalhos recentes dessa grande cantora de voz doce e melodiosa. O vídeo que estou deixando aqui (Forever Young) é de uma de suas últimas apresentações. Vou colocar no Amigos do Avareté uma de suas antigas gravações, a ária n 5 de Heitor Villa-Lobos, Bachianas Brasileiras.
Agora conto qual foi meu maior presente: No sábado anterior ao Dia das Mães minha filha recebeu alta. Ela ficou hospitalizada mais de uma semana. Foi um duplo 'cadeuax', de aniversário e de Dia das Mães.
Aproveitando a pausa, vamos ver algumas fotos feitas este mês, entre um e outro sufoco? A do Ipê-rosa foi feita na estrada entre Brasília e Goiânia; as da mussaenda-rosa fiz em Goiânia e as fotos do amanhecer fiz hoje, em Brasília, especialmente para você que ama o início de um novo dia, de uma nova jornada, de um amanhecer luminoso, mesmo com chuva, mas sempre de bem com a vida e num constante renovar de idéias, de forças e de sonhos. Forever Young!
Ipê-rosa. Estão lindos este mês.
Mussaenda-rosa
Olha só que florzinha amarela linda dessa mussaenda-rosa
A pequena mancha é...
...de um desses bichinhos. Pode não ser um 'bom' inseto, mas ficou um charme na mussaenda...
Lindas mussaendas de maio
O amanhecer...
...de hoje...
...deste doce mês...
...de maio
Um final de maio cheio de músicas, flores e belas paisagens!
Ainda bem que passei por aqui...Joan Baez, na sua voz eternamente doce e as fotos maravilhosas dessas flores de Maio, do mês lindo em que tu nasceste...prenda tambem para mim!! Um beijo de parabens (atrasado) mas do coração. Graça
OI, Luísa N. Levei a orquídea, é mesmo linda! Suas fotos estão maravilhosas e aqui me sinto num oásis, muita natureza e muita paz. Um grande abraço, com saudades!
Galhos com frutos maduros e amadurecendo. Há alguns anos compramos uma muda de uma planta que diziam ser jambo. A plantinha foi crescendo e cada vez ficando mais diferente de um jambeiro. Quando começou a frutificar vimos que era uma fruta que não conhecíamos. O pior é que ninguém da vizinhança conhecia. É pequena, tem mais ou menos um quarto do tamanho de um jambo, vermelha e adocicada, quando madura. Você sabe que frutinha é essa? Árvore com tronco e galhos finos. Formato das folhas e frutinhas amadurecendo. Que fruta é essa? Retiramos a pele de uma delas para mostrar a polpa. A pele é bem fininha... Cada uma das frutinhas possui duas sementes, parecendo uma semente dividida. Duas frutinhas ao lado de um jambo. Essa foto foi feita ontem, domingo, após a colheita. ----------------------------
Flamboyant vermelho - Apesar desse flamboyant ser uma árvore nova, sua copa dá uma grande e gostosa sombra. Minha filha, durante uma caminhada, passando sob o flamboyant. Beleza da copa florida Folhas, botões e flores do flamboyant Flamboyant enfeitando o jardim do Tribunal de Justiça, em Brasília. Flamboyant, espelho d'água e fachada do TJ. Flores e galhos retorcidos do flamboyant. Flores do flamboyant - Veja, logo abaixo, esta foto em uma tomada mais próxima. Sempre quis clicar as flores de um flamboyant bem de perto. Não são belas? Flamboyant alaranjado - Três ou quatro árvores dando as boas vindas na entrada de uma lanchonete, na rodovia que liga Goiânia a Brasília ( Lanchonete Jerivá ). Flamboyants do Jerivá Flamboyant amarelo - Este está em Brasília, logo depois da Ponte das Garças - conhecida como 'a ponte do (Conjunto Comercial) Gilberto Salomão', no sentid...
Jurubebas colhidas, em ramos saindo de um galho e folhas. Jurubeba: Folhas e frutos. Jurubeba: Galhos espinhosos. Jurubeba, jurupeba, gerobeba, joá-manso e outros nomes populares. ( Solanum paniculatum L .). Família das solanáceas. Que me lembre, comi jurubeba uma única vez, na chácara de uma amiga, perto de Hidrolândia, interior de
Quando criei o Multivias, em 2008, naquele primeiro convite silencioso, (V amos juntos caminhar?), eu não sabia que estava abrindo um caminho que se desdobraria por tantos anos. Dezembro, um bom momento para avaliar nossas ações. Então, vamos falar sobre Caminhos que se desdobram * Caminhar é uma das formas mais silenciosas de diálogo com o mundo. Foi assim que o Multivias** nasceu : do gesto de observar a natureza, registrar, refletir e partilhar. Cada imagem, cada texto, cada lembrança guarda em si o mesmo propósito: preservar o que ainda pulsa, o que resiste, o que floresce. Sempre gostei de plantar, ainda que sem saber nomes científicos ou fórmulas de adubo. Aprendi apenas o suficiente para não deixar morrer as plantas que me cercam . T alvez isso diga muito sobre a forma como enxergo a vida. Cuidar é uma escolha. E escolhas diárias, mesmo as mais simples, podem ser gestos de resistência. Quando criei o Multivias , em 2008*, pensei em abrir um espaço para f...
Relendo o diário, reencontro a rotina das chuvas de janeiro: laboratório, passeio a pé, pequenas descobertas e uma pamonha que renova corpo e mente. Uma sombrinha, um bairro, um recomeço O ano começa devagarinho Mais um ano em Goiânia. Entre idas e vindas, completei um ano inteiro na minha antiga terrinha. (Logo depois da pandemia, em 2022, eu e minha filha também passamos um ano por aqui.) Goiânia em modo janeiro Relendo meu diário, notei que as chuvas de janeiro repetem a mesma música: começam leves, como quem pede licença e, de repente, tomam conta do dia e da gente. No início do ano passado, logo depois da nossa volta para Goiânia, num dia chuvoso como o de hoje, escrevi: Há dias em que a gente acorda sem disposição, sem força, como se o corpo tivesse virado um casaco pesado. Fico mais um pouco na cama, tentando negociar com o mundo. Mas o tempo não negocia. Ele vai. Vai. Tic-tac, tic-tac , e pronto: quando percebo, a manhã já está alta. “Nove horas? Não acredito....
Uma crônica sobre o Rio Piracanjuba, suas nascentes e sua espécie que pede socorro Nascentes, a última voz das Águas Muitas delas, como as do Rio Piracanjuba, foram destruídas pelo avanço urbano e pelo desmatamento. Em setembro de 2010, escrevi no Blog Multivias que “milhares e milhares de nascentes de nossos rios pedem socorro”. Algumas, dizia eu, encontram fadas-madrinhas, como Helena Bernardes, que então lutava pelas nascentes do Rio Piracanjuba com uma coragem que parecia maior do que a própria geografia do Cerrado. Quinze anos depois, percebo que, se naquela época as águas sussurravam, hoje elas gritam. Onde nasce o Piracanjuba O Rio Piracanjuba brota na Serra do Alicrim, entre Silvânia e Bela Vista de Goiás, solo sagrado do Cerrado, onde as raízes profundas armazenam água por baixo da terra como quem guarda histórias. Suas primeiras fontes descem discretas pelas encostas e seguem viagem rumo a cidades que carregam seu nome: Bela Vista, Piracanjuba, Morrinhos,...
Conto sobre os natais da Terra. Natais que renascem todos os anos O Natal da Terra Na ceia, não havia anjos nem velas douradas. Apenas estrelas de carambola e grãos de romã espalhados como promessas. No centro do vermelho, uma flor branca. Era assim que a Mussaenda ensinava o Natal: o essencial quase invisível, a esperança insistindo em florir no calor do verão. Naquele dezembro, a cidade parecia cansada. As vitrines estavam prontas antes do tempo, os anúncios gritavam descontos, e o vermelho se espalhava como se fosse urgente convencer alguém de alguma coisa. Ainda assim, havia flores. Na esquina da rua antiga, uma Mussaenda-vermelha se derramava sobre o muro, exuberante, quase excessiva. Suas grandes pétalas rubras escondiam, no centro, uma flor branca pequena, delicada, quase invisível. Quem passava apressado via apenas o vermelho. Quem parava um pouco mais percebia o branco. Ela parou. Sempre gostara de flores que pareciam dizer algo sem le...
Como aquela frutinha chamada Noni* que encontramos em Goiânia, o limão imperial , para mim, também é uma novidade. Vi essa muda das fotos em um viveiro de Brasília. Só souberam me informar sobre seu nome. Nada encontrei também nas pesquisas que fiz via Google. O fruto parece uma pequena laranja, porém rajado, como suas folhas. Havia algumas pequenas flores, mas elas não estão bem visíveis nessas imagens. As fotos foram feitas em um horário inapropriado para fotografia. Infelizmente não pude retornar em uma hora melhor para tentar mais alguns cliques. Alguém conhece? Família Citrus sinensis ? Limão imperial? Limão imperial -------------- *Noni - Veja a post Noni neste mesmo blog. --------------- Obrigada, amigos. De acordo com a estatística do Blogger estamos com mais de 400 mil visualizações de páginas. Neste exato momento (18:38 h) está marcando 401.156 visualizações. Estamos felizes! Queremos dividir essa alegria com todos vocês que por aqui passam....
A vida não espera. E hoje é o dia para semear gestos que valham a pena ser lembrados . O ano em que escolhemos nadar Histórias reais e o valor do Agora A vida segue sem pedir licença. E o que fazemos com nosso tempo é o que realmente importa. O ano vira como o rio dobra a curva: sem alarde. Quando percebemos, já estamos mais abaixo, levados pela água, olhando as margens passarem depressa demais. Há pessoas que atravessam a vida assim. Não dormem. Mas também não despertam. Seguem na correnteza, confundindo movimento com escolha, velocidade com sentido, ruído com presença. Dizem que há quem acorde depois de décadas em coma. O corpo imóvel, a vida seguindo. Filhos crescidos, cabelos brancos, o mundo outro. Quando despertam, veem tudo de uma vez: o tempo inteiro condensado num susto. O curioso é que muitos de nós fazemos o caminho inverso. Estamos de pé, andamos, respondemos mensagens, cumprimos horários. Mas não vemos. Não escutamos. Não escolhemos....
Cambará-de-cheiro, cambarazinho, lantana-cambará, cambará-verdadeiro, entre outros nomes populares. ( Lantana camara ). Família das verbenáceas. É visto por todo o Brasil, enfeitando jardins ou em terrenos baldios. Encontramos o branco e o amarelo das quatro primeiras fotos em um jardim de Goiânia; o rosa, das duas últimas fotos, foi nos arredores de Brasília, entre matos e pedras. É uma planta medicinal. De acordo com o site jardineiro.net ( http://www.jardineiro.net/br/banco/lantana_camara.php ), utilizam-se as folhas para "Infecções respiratórias, alergias respiratórias, reumatismo, febre, infecções de ouvido", possuindo as seguintes propriedades: "Balsâmico, diurético, estimulante, expectorante, sudorífera, tônico". Já em plantasquecuram ( http://www.plantasquecuram.com.br/ervas/cambara.html ) há, além de informações diversas, o modo de se usar essa planta e até receitas de chá das folhas e flores. -----------------------...
Comentários
Curtir, desfrutar dessa natureza faz encantar.
Tenhas bons motivos para se encantar,
beijos
Beijoos!!
http://pathyoliver.blogspot.com/2011/06/selinho-comemorativo-400-seguidores.html
Beijoos!!
http://pathyoliver.blogspot.com/2011/06/selinho-comemorativo-400-seguidores.html
Um beijo de parabens (atrasado) mas do coração.
Graça
Levei a orquídea, é mesmo linda!
Suas fotos estão maravilhosas e aqui me sinto num oásis, muita natureza e muita paz.
Um grande abraço, com saudades!
abraços fartos