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quinta-feira, maio 27, 2021

Dia Nacional da Mata Atlântica



Hoje, 27 de maio, é um dia que deveríamos comemorar, com alegria, o Dia Nacional da Mata Atlântica. Mas, sabendo sobre a devastação que essa floresta atualmente sofre, não temos como não ficar tristes. Desmatamentos e queimadas são constantes. 

A Mata Atlântica está presente em 17 estados brasileiros e cobre 15% de nosso território. 

Frutas da Mata Atlântica 

Pequena, vermelha e adocicada: que fruta é essa?

Nosso país é rico em frutas desconhecidas por boa parte de nós. Apesar de serem frutas deliciosas, passam longe das feiras e dos supermercados. Acontece isso por vários fatores, mas podemos deduzir ser um deles por falta de vontade política de valorização do produto nacional. 

Em rápida pesquisa encontrei várias frutas típicas da Mata Atlântica. Veja alguns nomes:

Araçá, ameixa-do-mato, falsa-cereja, cambucá, cambuci, cambuí, guabiroba, gramixama, juçara, pitangatuba, uvaia. Algumas delas estão em risco de desaparecimento.

Em 2011 contamos sobre uma frutífera  plantada em nosso quintal, com certeza originária da Mata Atlântica. É a pequena fruta vermelha das fotos da imagem. Veja mais fotos, os quase duzentos comentários recebidos na postagem e diga se você já comeu ou viu uma frutinha assim:

https://www.luisanogueiraautora.com.br/2011/01/via-verde-pequena-vermelha-e-adocicada.html?m=0


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segunda-feira, março 15, 2021

Acerolas: essas são minhas

Print de uma foto que fiz para o Instagram




Brincadeira com acerolas de meu quintal, postado em minhas redes sociais, durante o tempo que estivemos longe deste blog. 

Gosta de acerola? Veja fotos e informações sobre essa frutinha cheia de vitamina C, aqui mesmo no Multivias, através do marcador “Acerola”.


Nota: A foto da acerola está em meu Instagram. Por problemas técnicos, não consegui baixá-la, por isto deixei somente o print.


quinta-feira, dezembro 10, 2020

Entre plantas e livros


Entre plantas e livros


Como está sua vida na quarentena? A pandemia mudou somente um pouco sua rotina ou abalou totalmente seu modo de ver e de viver a vida?
Sim, vivemos uma situação nova, nunca imaginada. É a vida adaptada a um só lugar: nossa casa. Quando saímos - se saímos, utilizamos máscara, levamos conosco álcool em gel e muita preocupação. Entrar em supermercados? Alguns arriscam sem muito medo, outros entram sem tocar em nada e com luvas de plástico. E você, como faz? Compra pra entrega?
Aqui em casa, fazemos as compras de supermercado e farmácia pelo WhatsApp. O on-line virou moda. E, pra não morrer de tristeza diante de tantas mortes e de tédio por não poder ir naqueles nossos lugares favoritos, inventamos, criamos, trabalhamos em casa.
Minha rotina mudou bastante. Saía muito pra restaurantes, feiras, parques, lugares ao ar livre e também, shoppings, apesar deste último não ser meu lugar preferido. Mas nem todos pensam assim, tínhamos que acompanhar a família...
Hoje nos dividimos entre ajudar em casa - não temos mais ninguém pra ajudar nas tarefas domésticas e trabalhar pela internet. Minhas caminhadas - e nossas, da família - saíram das ruas e parques e passaram para o quadradinho do quintal. Em casa fazemos de tudo para passar o tempo, desde artesanato com retalhos de tecidos, desenhos, colagem e dobraduras de papel. E livros, muitos livros. Mas, temos também plantas. Se não fossem elas, diria que ficamos congelados no tempo dentro de uma nave espacial. Feliz daquele que tem plantas, mesmo dentro de um apartamento. Elas nos salvam. No fim de semana passado, por exemplo, eu e minha filha colhemos jurubebas. Muitas jurubebas. Veja o resultado dessa colheita nas fotos que fiz. Tem até uma receita bem fácil e rapidinha de conserva de jurubeba.
E assim seguimos aguardando as surpresas que a vida ainda nos reserva.
E você? Como está sendo sua nova rotina? Você faz algum trabalho manual? Escreve? Cuida de plantas como eu?


Jurubebas colhidas em meu quintal

Folhas e frutos da jurubeba

Debulhando os cachos de jurubeba

Folhas e frutos


Fervendo as jurubebas

A conserva já pronta - Reaproveitei potes de geleia

A Conserva

Depois de debulhar e lavar as jurubebas, deixe de um a dois minutos em água fervente e jogue fora a água. Repita a fervura duas ou três vezes. O processo de deixar em água fervente é para amenizar o gosto amargo que as jurubebas têm. Depois de escorrer pela última vez, encha potinhos de vidro já esterilizados. Acrescente em cada pote uma colher de sal (colher de chá cheia), três dentes de alho (inteiros ou não), vinagre de sua preferência (nesta eu usei vinagre de maçã) e cubra com uma camada de óleo ou azeite. Depois de bem frio, guarde na geladeira e deixe alguns dias antes de usar. É para curtir e ficar com aquele sabor delicioso. 

Dedico essas conservas a duas pessoas queridas que amam muito jurubeba, minha mana Ana Rosa e minha sobrinha Marise. Quando a pandemia acabar, faço mais e levo pra vocês, se Deus quiser. 

Nota: Reutilizei potes de geleia. Geralmente faço nossas geleias, mas para variar com frutas nem sempre disponíveis, compramos algumas. Essas dos potes eram de framboesa e de amora.

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Clique na palavra jurubeba aqui embaixo e leia mais sobre essa plantinha usada em pratos típicos de Goiás e Minas. 

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sexta-feira, janeiro 17, 2014

Vias do Multivias: Comemorando Meio Milhão de Visualizações

Estamos em festa. Hoje, 17 de janeiro de 2014, este blog está comemorando 500 mil visualizações de páginas, de acordo com a estatística do Blogger. Vamos festejar com frutas cultivadas por nós mesmos, sem nenhum veneno em suas folhas ou em sua raízes. Quando usamos pulverizadores com esse ou aquele produto para "matar" pragas, estamos envenenando o ar que respiramos e, consequentemente, os seres que nele vivem. Há quem use esses produtos diretamente na terra, ao redor das plantas, passando, assim, químicos nocivos ao solo. Nos dois casos tem-se a contaminação do ar e do solo, atingindo também os lençóis freáticos, nossa reserva de água subterrânea. Os figos das fotos são bem naturais. Utilizamos em nosso pequeno pomar estercos e adubos, estes feitos em uma composteira que temos em um cantinho do quintal, com cascas de frutas, restos de verduras e folhas secas.

Veja as fotos abaixo. Ficou com água na boca? Não está na hora de plantar alguma frutífera? Comemore conosco incentivando práticas saudáveis de cultivo. Figos são bem-vindos em qualquer lugar.


Para você, com todo carinho!


Obrigada a você que por aqui passa. Obrigada pelo carinho e por compartilhar conosco esse ideal de vida por uma terra menos contaminada e muito melhor para se viver. Que Deus continue iluminando a todos nós! 

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quinta-feira, junho 27, 2013

Via Verde: Limão Imperial



Como aquela frutinha chamada Noni* que encontramos em Goiânia, o limão imperial, para mim, também é uma novidade.

Vi essa muda das fotos em um viveiro de Brasília. Só souberam me informar sobre seu nome. Nada encontrei também nas pesquisas que fiz via Google. O fruto parece uma pequena laranja, porém rajado, como suas folhas. Havia algumas pequenas flores, mas elas não estão bem visíveis nessas imagens. As fotos foram feitas em um horário inapropriado para fotografia. Infelizmente não pude retornar em uma hora melhor para tentar mais alguns cliques. Alguém conhece? Família Citrus sinensis?

Limão imperial?

Limão imperial


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*Noni - Veja a post Noni neste mesmo blog.

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Obrigada, amigos. De acordo com a estatística do Blogger estamos com mais de 400 mil visualizações de páginas. Neste exato momento (18:38 h) está marcando 401.156 visualizações. Estamos felizes! Queremos dividir essa alegria com todos vocês que por aqui passam. Continuaremos trabalhando para informar, divulgar e despertar o interesse pelas belezas naturais sempre presentes à nossa volta.

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segunda-feira, outubro 15, 2012

Olhos de jabuticaba

Ao fazer alguns cliques de nossa jabuticabeira toda pretinha de jabuticabas, sem querer minha filha saiu em alguns. Ela se deliciava - e eu também, claro. Vendo depois as fotos, não pude comparar seus olhos com as jabuticabas. Como gosto de brincar com imagens, não resisti e olha aqui o resultado. 

Foto e quadro?

Olhos de jabuticaba

A foto

Gostou? E você, também gosta de jabuticaba? Comente e diga o que achou dessas imagens. Vou ficar muito feliz com seu comentário.

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Veja mais postagens sobre jabuticabas, neste blog, aqui, aqui e aqui. Ou, se preferir:

1- Jabuticaba não pesa na balança:

https://www.luisanogueiraautora.com.br/2012/10/jabuticaba-nao-pesa-na-balanca.html

2- Mousse de jabuticaba

https://www.luisanogueiraautora.com.br/2010/09/via-viajando-nos-sabores-7-mousse-de.html

3- É tempo de jabuticaba:

https://www.luisanogueiraautora.com.br/2010/09/via-verde-90-e-tempo-de-jabuticaba.html

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segunda-feira, outubro 08, 2012

Jabuticaba não pesa na balança

Colhendo jabuticabas de meu quintal


Hummmm!!! Delícias!!!!!!!



Galhos de nossa jabuticabeira repletos de jabuticabas


Jabuticabas, doces jabuticabas - amo!!!

Já gostava e me empanturrava mas agora parece que ficou ainda melhor.

Orientada pela minha mastologista, descobri que a jabuticaba é rica em nutrientes anticâncer, possui ação antioxidante - quem não quer permanecer mais jovem? - e pouquíssimas calorias - que bom, não pesa na balança - e muitos outros nutrientes, fazendo dela uma das frutas nota dez.

Curta, compartilhe e ajude-nos a divulgar uma alimentação mais equilibrada com frutas brasileiras suuuuuupeerrrrrr saudáveis.

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sexta-feira, agosto 31, 2012

Via Verde: Palmeira Bacuri




"Minha terra tem palmeiras / Onde canta o sabiá / As aves que aqui gorjeiam / Não gorjeiam como lá"... É assim que começa a Canção do Exílio de Gonçalves Dias e é assim que nos sentimos quando estamos longe de nosso 'torrão', longe de nossos jardins e de nossas matas. Essas três fotos fiz

quinta-feira, agosto 16, 2012

Via Viajando nos Sabores: Entradas e Sobremesas com Abacate




Dependendo da região, a época do abacate, em nosso país, vai de fevereiro a junho ou julho. Mas ainda pode ser visto em alguns lugares. Se sua cidade é privilegiada, tendo abacateiros com frutos em pleno mês de agosto, aproveite esses últimos abacates do ano. A não ser que você tenha congelado sua polpa, como

sábado, março 05, 2011

Via Mensagens: Urucum, Um Condimento Natural

Urucum, um condimento  natural. Confira o sabor das plantas regionais e coloque mais saúde em seus pratos.

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Veja flores, frutos e sementes de urucum e muito mais através do marcador "Urucum", logo aqui embaixo.

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sexta-feira, março 04, 2011

Via Viajando nos Sabores: Pequi em Lascas

Você pode tirar as lascas da polpa do pequi...

...Com uma faca, corte em volta do caroço do pequi, assim, tirando lascas... 

...Ou compre já prontinho, em conserva. Esses pequis em lascas compramos em Abadiânia, uma pequena cidade perto de Anápolis - GO.

Prefiro as lascas feitas na hora, com os pequis fresquinhos. Ganham em sabor. Com elas podemos fazer vários pratos. Para quem não conhece bem o pequi e tem medo de comê-lo por causa dos espinhos, a solução é comer o pequi em lascas, inclusive no famoso arroz com pequi.  

Na próxima sexta-feira, na Via Viajando nos Sabores, daremos algumas receitas com pequi em lascas. Entre elas: 'Arroz com frango, pequi e urucum' e 'Couve com pequi e yogurt'.

Amanhã: Foto de um cacho de urucum. Até lá!

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Nota: Veja mais postagens com pequi clicando logo abaixo no marcador Pequi.

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quarta-feira, março 02, 2011

Via Verde: Coquinhos da Palmeira Macaúba





Em outubro de 2009 publicamos o post Macaúba, uma Palmeira em Extinção?, falando sobre a Palmeira Macaúba, nosso meio ambiente em degradação e o aquecimento global. Mostramos fotos da palmeira em diferentes épocas e modos - florida, com frutos, enfeitando avenidas e outras, em lotes cercados, esperando o tempo da edificação de mais uma construção para serem cortadas e desaparecerem. Hoje deixo fotos de alguns coquinhos da macaúba. Eles estavam caídos debaixo de uma palmeira naquele lote cercado. 

Esses frutinhos me remeteram ao meu tempo de criança em uma pequena cidade de Goiás, Pedro Afonso, hoje pertencente ao Estado do Tocantins. Não nasci nessa cidade, mas passamos alguns bons anos por lá, entre meus dois e nove anos. Ela é ladeada por dois grandes rios - de um lado o Rio Tocantins e do outro lado o Rio do Sono. Cercada por rios e matas, aprendi a amar a natureza. Ainda guardo a lembrança dos passeios no mato, de manhãs em praias de areia branca e finíssima; das brincadeiras no Rio Tocantins, com meus irmãos e crianças vizinhas e sempre acompanhados pela Morena, uma moça que morava conosco. Cedo, brincando aprendi a nadar... Ainda guardo também o gostinho das macaúbas, dos pequis, dos cajus e das mais variadas mangas - manga rosa, manga espada, manga comum, manga coquinho...    

Deixo as fotos dessas macaúbas para matar a saudade de alguns e fazer com que outros possam também conhecê-las.

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segunda-feira, fevereiro 07, 2011

Via Verde: Jambo, Uma Frutinha da Cor do Brasil

Os jambos aparecem aos montes...
...coladinhos nos galhos do jambeiro.

Jambos caídos debaixo de um pé de jambo.
Jambo

Jambo cortado ao meio
Cortamos em três, para melhor mostrar a polpa.

Um jambeiro

Jambo, jambeiro.  Podemos degustar o jambo-rosa (Syzygium jambolana), o jambo-branco (Syzygium jambos) e o mais apreciado, o jambo-vermelho (Syzygium malaccensis). Pertencem à família das mirtáceas, a mesma família da goiaba, da pitanga, da jabuticaba e tantas outras frutas brasileiras. As mirtáceas (Myrtaceae) têm como uma de suas principais características a produção de óleos essenciais aromáticos, sendo o eucalipto a planta mais conhecida desse gênero.  

O jambeiro da foto está na calçada de uma casa perto de nossa rua.

Pesquisando sobre as mirtáceas, soube que em Portugal há uma pequena fruta bastante apreciada, com flores cheirosas, conhecida como murta ou mirto (Myrtus communis), também pertencente a esta família. Foi aí que me lembrei das deliciosas myrtilles que conheci na França. Existe até uma famosa geleia de myrtille, por sinal muito gostosa. Se a portuguesa for a mesma francesa, deve ser mesmo uma gostosura. 

O post da semana passada foi sobre uma frutinha que queremos muito saber seu nome. Adquirimos a muda como se fosse jambo. Estamos tentando descobrir. Se você puder nos ajudar, por favor, veja as fotos e entre em contato conosco através dos comentários. Obrigada e uma ótima semana!

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segunda-feira, janeiro 31, 2011

Via Verde: Pequena, Vermelha e Adocicada: Que fruta é essa?

Galhos com frutos maduros e amadurecendo.

Há alguns anos compramos uma muda de uma planta que diziam ser jambo. A plantinha foi crescendo e cada vez ficando mais diferente de um jambeiro. Quando começou a frutificar vimos que era uma fruta que não conhecíamos. O pior é que ninguém da vizinhança conhecia. É pequena, tem mais ou menos um quarto do tamanho de um jambo, vermelha e adocicada, quando madura. Você sabe que frutinha é essa?

Árvore com tronco e galhos finos.


Formato das folhas e frutinhas amadurecendo.


Que fruta é essa? 
Retiramos a pele de uma delas para mostrar a polpa.

A pele é bem fininha...



Cada uma das frutinhas possui duas sementes, parecendo uma semente dividida.


Duas frutinhas ao lado de um jambo.


Essa  foto foi feita ontem, domingo, após a colheita.

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terça-feira, janeiro 11, 2011

Via Verde: Sob a Sombra de um Jenipapeiro

Sob o céu azul de Brasília, à sombra de um jenipapeiro, Gilvany trabalha. Acorda cedo, prepara café, leite bem quentinho e sucos diversos - de maracujá, de caju e dos jenipapos que por vezes ela encontra, caídos debaixo do pé de jenipapo, como se estivessem à sua espera.

Gilvany enche caixas de isopor com pão de queijo, beiju de tapioca e bolos cortados em pedaços. Assim, cheia de delícias, com um jaleco imaculadamente branco, ela fica, todos os dias, ao lado de um ponto de ônibus; expõe carinho e guloseimas, em uma mesa com toalha branca.

Os fregueses chegam e Gilvany, entre um sorriso e outro, atende a todos.

Gilvany salta da cama antes do nascer do sol. Depois de preparar seu ganha-pão, deixa seus filhos na escola e corre para o trabalho, onde fica todas as manhãs. Na parte da tarde ela se organiza para a manhã seguinte, enquanto prepara o básico para a sobrevivência de sua família.

Gilvany representa as brasileiras e os brasileiros - milhões deles! - que saem de segunda a sábado para um trabalho informal. Um trabalho sem férias, décimo terceiro ou qualquer outro direito trabalhista.


Sob o céu azul de Brasília, à sombra de um jenipapeiro, Gilvany trabalha. Acorda cedo, prepara café, leite bem quentinho e sucos diversos - de maracujá, de caju e dos jenipapos que por vezes ela encontra, caídos debaixo do pé de jenipapo, como se estivessem à sua espera...   

 Enche algumas caixas de isopor com pão-de-queijo, beiju de tapioca e bolos cortados em pedaços. Assim, cheia de delícias, com um jaleco imaculadamente branco, ela fica, todos os dias, ao lado de um ponto de ônibus; expõe carinho e guloseimas, em uma mesa com toalha branca.       

Os fregueses chegam e Gilvany, entre um sorriso e outro, atende a todos.  

Copa do jenipapeiro...

Galhos com jenipapos...

Nesta foto podemos ver o formato das folhas, os galhos e dois jenipapos...

O jenipapo da esquerda ainda está em fase de maturação. Os outros dois já podem ser consumidos; foram encontrados por Gilvany debaixo do jenipapeiro. Ela gentilmente me cedeu para essas fotos.

Um jenipapo cortado ao meio...

Polpa do jenipapo. Para um suco cremoso é só misturar leite e açúcar. Bater ou não no liquidificador.


.Jenipapo, fruto do jenipapeiro. Pode ser consumido in natura e de mil outros modos, como por exemplo, em doces, compotas, refrescos e sucos, além de vinho, vinagre, cachaça e licor. Quem nunca experimentou o famoso licor de jenipapo feito em Goiás? Quando ainda verde, seu suco é um corante utilizado em tinturas para tecidos, objetos de barro e, pasmem, em tatuagens. 
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