Relendo o diário, reencontro a rotina das chuvas de janeiro: laboratório, passeio a pé, pequenas descobertas e uma pamonha que renova corpo e mente. Uma sombrinha, um bairro, um recomeço O ano começa devagarinho Mais um ano em Goiânia. Entre idas e vindas, completei um ano inteiro na minha antiga terrinha. (Logo depois da pandemia, em 2022, eu e minha filha também passamos um ano por aqui.) Goiânia em modo janeiro Relendo meu diário, notei que as chuvas de janeiro repetem a mesma música: começam leves, como quem pede licença e, de repente, tomam conta do dia e da gente. No início do ano passado, logo depois da nossa volta para Goiânia, num dia chuvoso como o de hoje, escrevi: Há dias em que a gente acorda sem disposição, sem força, como se o corpo tivesse virado um casaco pesado. Fico mais um pouco na cama, tentando negociar com o mundo. Mas o tempo não negocia. Ele vai. Vai. Tic-tac, tic-tac , e pronto: quando percebo, a manhã já está alta. “Nove horas? Não acredito....
Comentários
A natureza é prodigiosa...
Beijo amigo
Graça
Surpresa!
Brad
Tudo bem com vc?
Estive curtindo os netos que vieram passar as férias aqui conosco. Foi ótimo!
Voltando, fico maravilhada com as suas fotos, os detalhes que só vc sabe nos dar.
Muito obrigada!
Um abraço e tudo de bom!
Sem querer vim parar no seu blog, e bem nesta postagem.
Bom ela me fez lembrar do tempos de faculdade e esta foi uma das espécies que compões o meu herbário
o nome dela é kalanchoe pinnata
ela tem propriedades medicinais.
bons tempos... ennfim ela foi uma planta que coloquei em meu herbário o nome dela é kalanchoe pinnata e tem proriedades medicinais muito estudada.
bj
fabi