Pular para o conteúdo principal

Via Vida: Helena Bernardes e o Rio Piracanjuba

Uma nascente sendo destruída - Foto do blog 'SOS Nascentes do Rio Piracanjuba' 
Helena Bernardes, protetora das nacentes do Rio Piracanjuba - Fotos do blog 'SOS Nascentes do Rio Piracanjuba'



Milhares e milhares de nascentes de nossos rios pedem socorro. Algumas têm sorte e encontram verdadeiras fadas-madrinhas para protegê-las. É o caso das nascentes do Rio Piracanjuba. Helena Bernardes arregaçou as mangas e está lutando por elas através de ações de conscientização ambiental junto à população ribeirinha. As nascentes ficam no município de Silvânia, Goiás, no Setor Daiana, já nas proximidades do Distrito Agroindustrial de Anápolis, conforme ela nos relata em seu blog. É um exemplo de coragem e dedicação. Seu trabalho pode ser acompanhado através do blog SOS Nascentes do Rio Piracanjuba. Que venham outras Helenas Bernardes! Nossos rios precisam delas!

E você, como está cuidando de cada gotinha de vida que chega até sua casa?

---------------

Próximos posts: Dia 06, segunda-feira: É tempo de Jabuticaba; Dia 08, quarta-feira: Fazendo Charme; Dia 10, sexta-feira: Mousse de Jabuticaba. Até lá!

---------------------------

Comentários

Anônimo disse…
Querida Luísa,

Somos companheiras de luta pra deixarmos um mundo melhor.
Sempre que posso navego pelas suas lindas páginas.

Muito obrigada pela divulgação de nossas denúncias sobre as nascentes do belo Rio Piracanjuba.

PARABÉNS pelo seu lindo trabalho!
Abraço ECO-NASCENTES!
Graça Pereira disse…
Este planeta está a precisar de muitas fadas madrinhas... ainda bem que algumas existem!
Beijo e bom fds
Luíza
Uma boa pergunta, assim como uma boa notícia. ALGUÉM CUIDADNDO, SENDO VIGILANTE DE UMA NASCENTE DE ÁGUA.
Parabéns a Helena e você pela divulgação, informação e questionamento.
Um abraço
Unknown disse…
Querida Luisa N.

Infelizmente não tenho vindo ao seu Blog com a assiduidade que gostaria. Você sabe, moramos em Cabo Frio e a família, no Rio. Há sempre problemas, viagens e etc...
Mas, toda vez que aqui venho fico feliz pela beleza e pelo trabalho na preservação da natureza.
Meus parabéns a Helena Bernardes, meus parabéns a você!
Um abraço e tudo de bom!
Luíza,

Quero compartilhar este dia de hoje com você. Nossss denúncias foram ouvidas!

O SOS NASCENTES DO RIO PIRACANJUBA obteve mais uma vitória. Dê uma passadinha pelo Blog e veja o que conseguimos.

Abraços eco-planetários para todos seus leitores que colaboraram na divulgação e deixaram recados carinhosos e de incentivo.

Beijos no seu coração!

Postagens mais visitadas deste blog na última semana:

Via Verde: Pequena, Vermelha e Adocicada: Que fruta é essa?

Galhos com frutos maduros e amadurecendo. Há alguns anos compramos uma muda de uma planta que diziam ser jambo. A plantinha foi crescendo e cada vez ficando mais diferente de um jambeiro. Quando começou a frutificar vimos que era uma fruta que não conhecíamos. O pior é que ninguém da vizinhança conhecia. É pequena, tem mais ou menos um quarto do tamanho de um jambo, vermelha e adocicada, quando madura. Você sabe que frutinha é essa? Árvore com tronco e galhos finos. Formato das folhas e frutinhas amadurecendo. Que fruta é essa?  Retiramos a pele de uma delas para mostrar a polpa. A pele é bem fininha... Cada uma das frutinhas possui duas sementes, parecendo uma semente dividida. Duas frutinhas ao lado de um jambo. Essa  foto foi feita ontem, domingo, após a colheita. ----------------------------

Via Verde: As Três Cores do Flamboyant, a Musa das Árvores

Flamboyant vermelho - Apesar desse flamboyant ser uma árvore nova, sua copa dá uma grande e gostosa sombra.  Minha filha, durante uma caminhada, passando sob o flamboyant. Beleza da copa florida Folhas, botões e flores do flamboyant  Flamboyant enfeitando o jardim do Tribunal de Justiça, em Brasília.  Flamboyant, espelho d'água e fachada do TJ.  Flores e galhos retorcidos do flamboyant. Flores do flamboyant - Veja, logo abaixo, esta foto em uma tomada mais próxima. Sempre quis clicar as flores de um flamboyant bem de perto. Não são belas? Flamboyant alaranjado - Três ou quatro árvores dando as boas vindas na entrada de uma lanchonete, na rodovia que liga Goiânia a Brasília ( Lanchonete Jerivá ). Flamboyants do Jerivá Flamboyant amarelo - Este está em Brasília, logo depois da Ponte das Garças - conhecida como 'a ponte do (Conjunto Comercial) Gilberto Salomão', no sentid...

Via Natureza: De Onde Veio Essa Pombinha?

Encontramos essa pombinha , no final de maio, numa moita de um canteiro com plantas diversas. Estava sendo acuada por nossa cadela. Ouvindo o latido, fomos ver o que era. Vimos a pequena ave* toda encolhida, tentando se esconder entre as ramagens. Minha filha a pegou com carinho, mas ela tremia de medo. Era um filhote, naturalmente aprendendo a voar, que tinha caído de alguma árvore. Tentamos fazê-la beber algumas gotas d'água, passamos a mão em sua cabecinha... Pouco a pouco ela se acalmou; deve ter percebido que o perigo tinha passado. Devia ser mais ou menos seis horas da tarde quando a vimos. Percebendo que a pobrezinha estava cansada, procuramos acomodá-la em uma caixa. As aves dormem cedo, logo depois do por do sol. Cada um queria 'enfeitar' melhor aquele ninho improvisado, com folhas e galhos diversos. Seu novo abrigo ficou assim: No dia seguinte, depois de alimentá-la com frutas raspadas e muito carinho, com direito a uma sessão de fotos, fomos procurar...

Via Músicas Que Ficam: Súplica, de Júnior Nardelli

Nascente A música Súplica , de Júnior Nardelli, nos fala sobre a importância da preservação da água. Transcrevemos abaixo a letra. SÚPLICA Junior Nardelli Sou eu que banho a esperança da semente virar fruto ou flor Sou eu o frescor da criança tão inocente com medo do calor Sou eu que me escondo no manto No ventre da terra e seco o sertão Sou eu que do céu tombo em canto Aliviando a pobre população Sou eu correndo na calçada Descendo a rua sem direção Sou eu frágil e abandonada Sempre jogada na escuridão Sou eu que desenho o arco-íris Quando me encontro com o sol de verão Mãe Iara, eu te suplico: minha mãe! Mãe Iara, não deixe que acabem comigo, minha mãe Mãe Iara, minha mãe é mesmo assim Que pena o homem não percebeu que não viverá sem mim. Para ouvir e/ou fazer o download da música, veja o site: http://www.uniagua.org.br/ -----------------------

Via Verde: Dia dos Namorados com Amor-agarradinho

Amor-agarradinho - Flores Até o céu fica mais azul quando o amor é agarradinho... .......................................................... ..... Amor-agarradinho, mimo-do-céu, amor-entrelaçado, entrada-de-baile ( Antigonon leptopus) . Família das poliganáceas. Encontramos essa simpática plantinha em muros, fachadas e caramanchões. . ...... Feliz Dia dos Namorados! ..... -----------------------

Via Verde: Sombrinha-chinesa

Sombrinha-chinesa O layout abaixo era de nosso Multivias do Go. Ele foi desenvolvido quando criamos o blog naquele site extinto. Queria algo que representasse caminhos, vários caminhos a andar. Olhando nosso arquivo de imagens, vimos fotos que havíamos tirado alguns dias antes. Era de uma palmeirinha chamada Sombrinha-chinesa. Cortamos e trabalhamos algumas dessas fotos, unificando e modificando a cor e o brilho. O resultado final foi esse: A foto original Outras fotos da palmeirinha: .... Sombrinha-chinesa, palmeira-umbela (Cyperus alternifolius). Família das ciperáceas. É originária da África, Madagascar. Possui folhas de um verde intenso, escuro e brilhante. Na primavera se enche de minúsculas flores, que saem de seu centro em longas hastes. ----------- ... Alguns caminhos nos levam para flores, outros para espinhos e muitos a lugares desconhecidos. Que seus novos caminhos, amigo/amiga, se abram para muitas flores! ... -------------------...

Via Verde: Jurubeba, a Delícia Amarga do Cerrado

Jurubebas colhidas, em ramos saindo de um galho e folhas. Jurubeba: Folhas e frutos. Jurubeba: Galhos espinhosos. Jurubeba, jurupeba, gerobeba, joá-manso e outros nomes populares. ( Solanum paniculatum L .). Família das solanáceas. Que me lembre, comi jurubeba uma única vez, na chácara de uma amiga, perto de Hidrolândia, interior de

A cidade dorme, a ambição descansa (1 de 2)

  Noite, luzes dos prédios apagadas e a lua.  Na foto maior, linhas das luzes de  uma rua, em plena madrugada. A cidade dorme, a ambição descansa (1 de 2) A cidade dorme, mas a ganância não Hoje, às cinco da manhã, a cidade parecia em paz. Fotografei os prédios ao redor: janelas apagadas, nenhum sinal de movimento. Um silêncio quase confortável, como se tudo estivesse, finalmente, em repouso. Mas não estava. Trecho do texto de 2008 Essa cena me levou de volta a outra madrugada, em Brasília. Ruas vazias, iluminadas artificialmente, dando a impressão de vida que não existia naquele momento. E, como um eco distante, lembrei de um verso antigo: “A cidade dorme / a ambição descansa.” Queria acreditar nisso. Mas não consigo mais. A ambição não descansa, ela apenas se torna invisível. Enquanto dormimos, florestas continuam sendo derrubadas. Rios seguem recebendo o que não deveriam. O mar engole o excesso que produzimos sem medir as consequências. Nada disso pausa porque a cidad...

A cidade dorme, a ambição descansa - 2 de 2

  Luzes apagadas de prédios a noite "Embalando o berço / É a mãe que canta" A cidade dorme, a ambição descansa  - 2 de 2 A cidade dorme, mas as mães não Hoje eu queria continuar falando sobre ambição * . Sobre como ela molda o mundo e destrói o que encontra. Mas, dessa vez, o pensamento veio acompanhado de outros versos: “A cidade dorme / a ambição descansa / embalando o berço / é a mãe que canta". Aí, já viu, ficou impossível ignorar o contraste. Porque, enquanto a cidade dorme, alguém continua acordada. E, desta vez, não falo da ambição, falo sobre as mulheres. Falo sobre as mães. Mães seguem despertas não por escolha, mas por necessidade. Porque alguém precisa cuidar de mais um serzinho chegando ao mundo. Porque alguém precisa garantir que a vida continue, mesmo quando tudo ao redor falha. E fazem isso em um mundo que desde sempre as    coloca em segundo plano. Mesmo com avanços, discursos e leis, a realidade permanece dura. O machismo não desapareceu, ele apenas ...

Via Verde: Agosto com Bela-emília

Bela-emília Começo de agosto... Pouca umidade... Início das aulas... Que tal 'enfrentar' agosto com uma bela toda azul? Bela-emília, plumbago (Plumbago capensis). Família das plumbagináceas. É originária da África. Muito usada para cerca viva. As pequenas e belas flores dessa planta aparecem durante quase o ano todo, enfeitando nossos jardins. Que seu mês de agosto seja enfeitado e florido com muito azul, o azul da sorte da bela-emília! ------------------------