Noite, luzes dos prédios apagadas e a lua. Na foto maior, linhas das luzes de uma rua, em plena madrugada. A cidade dorme, a ambição descansa (1 de 2) A cidade dorme, mas a ganância não Hoje, às cinco da manhã, a cidade parecia em paz. Fotografei os prédios ao redor: janelas apagadas, nenhum sinal de movimento. Um silêncio quase confortável, como se tudo estivesse, finalmente, em repouso. Mas não estava. Trecho do texto de 2008 Essa cena me levou de volta a outra madrugada, em Brasília. Ruas vazias, iluminadas artificialmente, dando a impressão de vida que não existia naquele momento. E, como um eco distante, lembrei de um verso antigo: “A cidade dorme / a ambição descansa.” Queria acreditar nisso. Mas não consigo mais. A ambição não descansa, ela apenas se torna invisível. Enquanto dormimos, florestas continuam sendo derrubadas. Rios seguem recebendo o que não deveriam. O mar engole o excesso que produzimos sem medir as consequências. Nada disso pausa porque a cidad...
Comentários
Amei seu post!!!
um beijo e obrigada pela aula. :)
Sim, a mulher brasileira é uma guerreira. Quanto ao genipapo, ele é como o pequi: ou se ama ou se odeia!rs... Não sou muito fã dele in natura, mas o licor é um dos mais deliciosos que já provei! E é bem versátil, serve até para tinturas!
Beijos!
Um carinhoso abraço!
Um ano novo cheio de noticias boas, não me lembro se já provei genipapo, quando tiver oportunidade irei experimentar.
Bjs
Aprendizes, MClara
Não conheço a fruta genipapo mas, deve ser saborosa para dela resultar tanta coisa boa que mencionaste...
Obrigada por este postal delicioso!
Beijo e boa semana
Graça
Não sei se vão gostar do genipapo in natura, mas dos doces, com certeza!
Beijos
Beijos, amiga!