 |
| Catedral de Brasília |
Amo Brasília. Admiro sua arquitetura atemporal. Suas curvas nos fazem curvar diante da genialidade de Oscar Niemeyer e Lúcio Costa.
A Rio + 20 e o descaso dos países ditos ricos para com o destino da Terra. São ricos em ambição, em produtos poluentes, em consumo exagerado. Dizem não à vida, em prol de disputas pelo poder econômico. Árvores e rios imploram: - Cuidem de mim, cuidem das florestas, cuidem dos rios, cuidem dos mares. Não nos deixem morrer. Façam valer os acordos, as pesquisas, o bom senso, participantes da Rio + 20.
Há 20 anos aconteceu a Eco-92 (Rio-92). Muito foi discutido, pouco foi feito. Que a Rio + 20 descubra caminhos e os trilhe. Que faça como os idealizadores de Brasília, que apesar de todas as dificuldades,
seguiram firme no propósito de erguerem uma cidade futurista no meio do Planalto Central. E fez-se Brasília. Que a Rio + 20 descubra caminhos para enfrentar ambições e egoísmos. Que ela consiga tirar a venda dos olhos dos países ambiciosos. Somos sete bilhões de pessoas - SETE BILHÕES. Sete bilhões que necessitam diariamente de água e comida. Sete bilhões que jogam todos os dias seus lixos sobre a já sobrecarregada Terra. Desta vez faça valer, Rio + 20. Valide sua existência.
 |
| Itamarati |
 |
| Torre de TV |
 |
| Rodoviária |
 |
| Praça dos Três Poderes |
 |
| Vista geral da Esplanada |
 |
| Museu Nacional da República |
------------------------------------
Comentários
Um post que foi publicado no GO:
ENTRE OS VÃOS
Se anjos fôssemos de nada adiantaria
diante do adiantado estado da tirania
com que lobos devoram os cordeiros.
Vida movida requer fome, força e valentia
Louvável ali, na selva, uma cadeia de serventia,
deplorável no chão de asfalto,
nas edificações que se erguem ao alto.
Pedaços de ilusões!
II
Não fossem os anjos quando pedem guia,
Submergir do vazio, da penúria quando afetos,
De os repletos subtrair o todo de incompletos,
Dos medos, dos enigmas, dos impérios de agonia,
Vitalizar a chama da confiança para o novo dia,
Salvar em si, semelhanças, abstrair da circunstância. Sobreviver à impotência adiante do impossível.
Considerar o universo de conteúdos invisíveis!
III
Se o que esperar do amanhã no vão da lucidez não se sabe
O se querer é centelha e encaminha por si só a vertente de vontades
De sorver sumos de liberdade mesmo quando na saudade
Pulsa em desordem no visceral de sonhos instrumentos
Inscrito nos umbrais como boas-vindas aos forasteiros
De instâncias esquecidas pelas vicissitudes da vida.
Curar feridas!
"Se o que esperar do amanhã no vão da lucidez não se sabe
O se querer é centelha e encaminha por si só a vertente de vontades"
É esperar que olhos se abram e que os 'mundos' se entrelaçem no encontrar de luzes! Beijos!